Introdução à Rica Coexistência com o Office 365
Quando nós pensamos em e-mail na nuvem, algumas questões podem surgir, sempre que comparamos com a solução atual que temos on-premises. Dentre elas:
- Você gostaria ter a mesma experiência de administração e controle que é possível no Exchange on-premises?
- Você está considerando hospedar alguns mailboxes na nuvem?
- Você tem preocupações relacionadas alteração da forma de administração do ambiente, após a migração para a nuvem?
A rica coexistência do Exchange Online nos dá a possibilidade de ter a mesma experiência de administração que temos no Exchange Server 2010 on-premises, podendo inclusive, administrar multiplas organizações, independente de ser on-premises ou online, na mesma console.
Overview do Processo de Migração para o Exchange Online
Inicialmente, vamos relembrar alguns questionamentos para a migração para o Exchange Online, baseado no Microsoft Online Standard Deployment Guide (para quem acompanhou a minha palestra sobre “Migração para o Exchange Online”, vai lembrar):
- Qual é o ambiente de origem?
- É Exchange? Qual a versão?
- Não é Exchange?
- Os dados antigos deverão ser migrados?
- Qual é o estado final desejado?
- Totalmente na nuvem?
- Com uma coexistência de longo prazo?
- Qual a velocidade que você deseja atingir o estado final?
Em resumo: temos uma grande variedade de caminhos para uma solução de migração, e uma outra variedade de formas para realizá-la.
Se seguirmos uma resumo sobre o processo de migração, podemos resumi-lo em duas possibilidades: “Cutover” ou Coexistência.
O “Cutover”, ou “virada brusca”, basicamente se baseia nas seguintes etapas:
- Executado em um final de semana, com a virada do registro MX;
- Todos os usuários são movidos para a nuvem como parte de um “big switch”;
- Sem mailboxes pilotos;
- Sem necessidade de configuração on-premises ou requerimento de hardware para a coexistência.
Já a coexistência, é um processo mais delicado, com as seguintes etapas:
- Pode ser executado durante um período de tempo (uma semana, um mês, um ano, etc);
- Não há necessidade de existir um “big switch”, já que o cenário de coexistência pode existir por tempo indeterminado;
- Há necessidade de configuração de software e de hardware.
Recursos oferecidos com a Rica Coexistência
Mas quais são os recursos oferecidos com a rica coexistência? Vamos listá-los e descrever as suas funcionalidades.
Tabela comparativa entre Simples vs Rica Coexistência
| Feature |
Simples |
Rica* |
| Roteamento de e-mails entre on-premises com o online (recipientes em ambos os lados) |
s |
s |
| Roteamento de e-mail com um nome de domínio compartilhado – @empresa.com em ambos os lados |
s |
s |
| Única GAL |
s |
s |
| Calendário com Free/Busy |
s |
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| Out of Office entende que a coexistência entre on-premises com a nuvem é “Interna” |
s |
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| Mailtips, messaging tracking, e mailbox search funciona na coexistência |
s |
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| Redirecionamento do OWA com a coexistência (única URL para o OWA, mesmo com a coexistência) |
s |
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| O Auth header é preservado (garantindo que o e-mail interno não é marcado como SPAM, resolvido pela GAL, etc) |
s |
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| MMC EMC GUI (on-premises) usada para gerenciar a coexistência e migração |
s |
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| Mailbox moves support both onboarding and offboarding |
s |
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| Sem necessidade de reconfiguração do Outlook e resincronização do OST, após a migração |
s |
* Rica Coexistência requer Exchange 2010 SP1 Hub+CAS on-premises e requer passos adicionais de configuração (tanto na nuvem quanto on-premises)
Vamos explorar no próximo uma descrição sobre essas features.
Abraços,
Carlos Monteiro.
Tags: BPOS, Exchange Online, Exchange Server 2010, Microsoft Online Services, Office 365, Rica Coexistencia, Rich Coexistence
abril 20, 2011 às 10:20 am |
[...] Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte [...]
maio 10, 2011 às 12:44 pm |
[...] Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte [...]
maio 11, 2011 às 12:34 pm |
[...] Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte [...]
maio 24, 2011 às 1:38 am |
[...] Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte [...]
junho 2, 2011 às 9:52 am |
[...] Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte [...]