Archive for abril \29\UTC 2010

Windows HPC Server 2008 R2

abril 29, 2010

 

Windows HPC

Vale à pena vocês avaliarem o Windows HPC Server 2008 R2 Beta, que está disponível para download na versão trial. O produto oferece produtividade, melhorias de desempenho e facilidade de uso em diversas áreas como escalabilidade, suporte out-of-the-box , execução e gerenciamento de clusters de até 1.000 nós, nova configuração e opções de implementação, diagnósticos e relatórios entre outros novos e inteligentes recursos.

Estou avaliando o produto e, em breve, trarei novidades para vocês.

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Lançamento do Windows Azure e SQL Azure

abril 29, 2010

 

Windows Azure 

Pessoal, seguindo a onda da Microsoft de soluções baseadas na nuvem (assim como o BPOS), oficialmente foi lancado, no úlitmo dia 12 de abril o Windows Azure – plataforma de Application Server (Windows Server, SQL Server e .Net Framework) customizados para serem executados em um datacenter da Microsoft e pagos como um serviço. Já existem formas de adquirir os serviços aqui no Brasil.

Futuramente, teremos alguns artigos explorando essa nova plataforma.

Chegou o SQL Server2008 R2

abril 29, 2010

 

Olá pessoal, foi anuciada o lançamento  do SQL Server 2008 R2, no dia 22/04. À partir de Maio, o produto pode ser adquirido, conforme comunicado do newsletter da Microsoft:

A partir de maio, a nova versão da solução de banco de dados e infra-estrutura de BI Microsoft, o SQL Server 2008 R2, entrará oficialmente na lista de preços de Volume Licensing. A solução fornece alta escalabilidade, permitindo uma equipe de TI mais eficiente. Sua estrutura de Business Intelligence de autoatendimento também disponibiliza recursos avançados de relatórios e análises.

Com uma série de aprimoramentos nas ferramentas de relatórios, administração de aplicativos, suporte para migração, compressão de dados, controle de informação entre sistemas múltiplos e alta performance, o SQL Server 2008 R2 inclui a versão premium Datacenter Edition. A nova SKU foi criada para atender a demanda de datacenters de grande porte.

Com base no valor agregado dos recursos da nova versão, os preços edições Standard e Enterprise serão ajustados por processador, mas não alterou a política de preços para processadores com múltiplos núcleos. Conforme o processamento e as capacidades de hardware aumentam, o licenciamento por processador do SQL Server continua a ser uma excelente opção e chega a custar um terço do preço de soluções concorrentes.

Para saber mais sobre a nova versão, acesse: www.microsoft.com/brasil/sql e assista ao webcast Novidades do SQL Server 2008.

Configurando as regras de firewall do Windows Server 2008 R2 para conexões remotas ao Analysis Services do SQL Server 2008 R2, via SQL Server Management Studio

abril 29, 2010

 

Um problema que acabei enfrentando, quando estava realizando os testes do SQL Server 2008 R2, foi conectar à uma instância do SSAS remota, via SQL Server Management Studio. Para isso, demos configurar a regra de firewall para permitir conexões remotas na porta 2383 TCP. Vai uma dica rápida para solucionar o problema (sem ter que desabilitar o Firewall do Windows).

Para relizar isso, basta seguirmos os seguintes passos, no Windows Server 2008 R2:

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Iniciar, Programas, Ferramentas Administrativas, Windows Firewall.

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Na guia Inboud Rules, clique com o botão da direita do mouse e clique em New Rule.

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Na tela do assistente de criação da nova regra, selecione Port, para criarmos uma regra baseada em uma porta.

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A porta será TCP 2383.

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Vamos permitir a conexão.

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No perfil da regra, vamor permitir somente que seja para hosts que façam parte do domínio.

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Especificaremos o nome para a regra e uma descrição. Clique em Finish para finalizarmos o processo.

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A regra está criada e é listada no Firewall do Windows. À partir desse momento, podemos conectar ao SSAS via SSMS remotamente.

Abraços,

Carlos Monteiro.

How to do System Center Configuration Manager (SCCM) 2007 R2 – parte 12

abril 28, 2010

 

Configurações básicas do SCCM – configurações básicas do site

Vamos abordar a configuração básica de alguns componentes do site SCCM.

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Incialmente, vamos configurar as fronteiras do nosso site. A fronteira podemos referenciá-la como um limite (faixa de rede, por exemplo) para representar o site logicamente. Clique com o botão da direita do mouse, e em seguida “New Boundary”.

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Na tela de configuração do site, vamos configurar a faixa de rede do site. Além disso, podemos especificar se ela é uma rede de alta velocidade ou uma rede lenta. Em seguida, clique em “OK”.

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Vamos agora configurar os parâmetros dos métodos e instalação dos clientes. Inicialmente, configuraremos o “Software Update Point Client Installation”, acessando suas propriedades.

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Para habilitá-lo, basta selecionar o “checkbox”. Notem que uma mensagem de aviso sobre uma nova versão é exibida. Clique em “Yes” para atualizá-la.

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Clique em “Ok” para finalizar.

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Agora vamos configurar o “Client Push Installation”, acessando suas propriedades.

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Nessa tela, temos a possibilidade de habilitar o método de instalação “Push” para o cliente, e especificar quais são os papéis que poderão receber a instalação.

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Selecionaremos somente os servidores e estações de trabalho, além de marcar o “checkbox” que habilita à instalação para sistemas do site.

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Devemos agora especificar a conta de domínio que tem o direito de instalar o cliente nos sistemas. Vale lembrar que essa conta deve ter os privilégios necessários para instalar softwares nos mesmos.

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Vamos especificar a conta de administrator do SCCM, bem como sua senha.

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Conta adicionada com sucesso.

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Essa é uma configuração de suma importância. Nela devemos especificar os parâmetros para a instalação do client nas estações. Caso o SCCM esteja sendo instalado em um ambiente de múltiplos domínios, todos os parâmetros devem ser especificados, conforme a seguir:

/mp – especifica o Management Point

/service – especifica que o cliente do SCCM deve rodar como serviço. Esse parâmetro requer uma observação importante: caso esteja trabalhando em uma ambiente de múltiplos domínios, esse parâmetro deverá ser substituido pelo /noservice, pois problemas de acesso aos dispositivos de rede podem acontecer.

/logon – bloqueia a instalação do cliente, caso exista um cliente pré-instalado

SMSSITECODE – código do site SCCM, especificado na instalação

SMSSLP – especifica o Server Locator Point

FSP – especifica o Failback Status Point

Os parâmetros completos estão em http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb680980.aspx

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Agora necessitamos configurar a metodologia de descobrimento de informações, como por exemplo no AD e na rede. Inicialmente, vamos configurar os parâmetros de localização de grupos de sistemas no AD, acessando suas propriedades.

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Será especificada que a pesquisa será feita no domínio local, que a pesquisa será recursiva e incluirá os grupos. Clique em “OK”.

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Selecionar domínio. Clique em “Ok”.

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Domínio selecionado.

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Especificar que o processo de busca das informações acontecerá os mais rápido possível.

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Agora vamos configurar os parâmetros de localização de grupos de segurança no AD, acessando suas propriedades.

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Selecionar que os grupos serão pesquisados.

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Será especificada que a pesquisa será feita no domínio local, que a pesquisa será recursiva e incluirá os grupos. Clique em “OK”.

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Selecionar domínio. Clique em “Ok”.

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Domínio selecionado.

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Especificar que o processo de busca das informações acontecerá os mais rápido possível.

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Agora vamos configurar os parâmetros de localização de informações de sistema no AD, acessando suas propriedades.

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Selecionar que será pesquisadas informações de sistema do AD.

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Será especificada que a pesquisa será feita no domínio local, que a pesquisa será recursiva e incluirá os grupos. Clique em “OK”.

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Selecionar domínio. Clique em “Ok”.

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Domínio selecionado.

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Na seqüência, vamos configurar os parâmetros de localização de usuários no AD, acessando suas propriedades.

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Selecionar que os usuários do AD serão pesquisados.

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Será especificada que a pesquisa será feita no domínio local, que a pesquisa será recursiva e incluirá os grupos. Clique em “OK”.

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Será especificada que a pesquisa será feita no domínio local, que a pesquisa será recursiva e incluirá os grupos. Clique em “OK”.

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Selecionar domínio. Clique em “Ok”.

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Domínio selecionado.

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Especificar que o processo de busca das informações acontecerá os mais rápido possível.

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Manter a pesquisa por atributos com os valores padrões.

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Será habilitado o “Heartbeat Discovery”, acessando suas propriedades.

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“Heartbeat Discovery” habilitado. Clique em “OK”.

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Vamos configurar o “Network Discovery”, acessando suas propriedades.

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Iremos habilitar o “Network Discovery”.

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“Network Discovery” habilitado, sendo que iremos pesquisar as informações de topologia, cliente e sistema operacional cliente.

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Na guia “Subnets” iremos configurar as sub-redes que serão pesquisadas.

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Adicionando a sub-rede. Habilite a pesquina na mesma e clique em “OK”.

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Selecionar a opção de pesquisa na sub-rede local.

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Será configurada a pesquisa nos domínios.

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Domínio especificado. Habilite a pesquisa no domínio local e clique em “OK”.

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Pesquisa no domínio habilitada.

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Será definido o agendamento para a localização dos objetos. Clique no ícone de criação de um novo agendamento (parecido com uma estrela).

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Foi definido que o processo de descobrimento irá procurar por informações na rede uma vez por semana. Clique em “OK”.

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Agendamento criado. Clique em “OK” para finalizar.

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Vamos ajustar alguns parâmetros do agente cliente do SCCM. Inicialmente, em “Client Agents”, acesse as propriedades do “Computer Client Agent”.

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Vamos definir a conta de acesso à rede do cliente.

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Insira as informações do usuário e clieque em “OK”.

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Agora iremos ajustar as propriedades do “Remote Tools Client Agent”.

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Na guia “General”, vamos definir que os usuários não podem alterar as configurações das notificações e da politica de administração remota.

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Vamo adicionar o usuário para visualização das estações.

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Usuário adicionado.

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Na guia de “Remote Assistance”, vamos selecionar ambos os “checkboxes” e configurar o nível de acesso para “Full Control”.

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Vamos configurar os parâmetro de “Remote Desktop”, permitindo que os visualizadores configurados anteriormente possam usar o “Remote Desktop”. Além disso, para os clientes com Windows Vista/7, será requerida a autenticação em nível de rede.

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Clique em “OK” para finalizar as configurações.

 

Vamos explorar realizar outras configurações do SCCM nos próximos posts e finalizar a séria com a instalação do cliente do SCCM em um máquina.

Até mais,

Carlos Monteiro.

Excelente resumo sobre “Por que virtualizar?”

abril 27, 2010

 

Se vocês querem um excelente resumo sobre por que virutalizar e qual tecnologia escolher, basta dar uma olhada no artigo http://fabiohara.spaces.live.com/blog/cns!61F254701739206!3462.entry#comment do Blog do Fábio Hara.

Vale à pena!

A “rata” do ano ou puro marketing?

abril 27, 2010

 

No dia 23/04, surgiu a conversa que um cidadão da Apple esqueceu um protótipo do Iphone 4g, conforme http://info.abril.com.br/noticias/mercado/iphone-4g-rende-cervejada-a-engenheiro-23042010-32.shl.

Se é verdade, não tenho idéia, principalmente tratando-se da marketeira (boa, diga-se de passagem, ou bom, com analogia ao Steve Jobs) Apple.

Agora se realmente for verdade, será a “rata” do ano!

No mínimo interessante

abril 27, 2010

 

Não sei se a informação procede, mas recebi de um amigo. No mínimo interessante.

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Self-Service BI com PowerPivot

abril 25, 2010

 

Olá Pessoal!

Estou começando um série de artigos sobre o SQL Server 2008 R2 e o assunto escolhido foi o PowerPivot. Vamos abordar os conceitos básicos e faremos uma pequena demontração sobre como essa nova proposta da Microsoft, chamada de Self-Service BI, pode ser poderosa.

Introdução ao Self-Service BI e ao PowerPivot

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Inicialmente, vamos começar com uma introdução ao PowerPivot. A Microsoft esta trabalhando há um certo tempo com um projeto, voltado para um dinamismo maior na criação de soluções de BI, sem a “verdadeira” necessidade de conhecimentos avançados das técnicas de BI. Para isso, foi desenvolvido o PowerPivot, antigo projeto “Gemini”, com a idéia de Self-Service BI, ou seja, faça você mesmo o seu BI. A idéia básica é que, com o Microsoft Excel 2010, podemos realizar análises dinâmicas com gráficos, de diversas fontes de dados (independente de ser SQL Server, outro database ou arquivo de dados), com apenas alguns cliques. O Excel foi escolhido por questões óbvias: trata-se uma das mais conhecidas ferramentas da Microsoft, com amplo conhecimento de uso difundido, inclusive pelos membros da alta direção das empresas, que acabam sendo um grande alvo de utilização da solução, por se tratar de uma solução de BI. Para isso, basta instalarmos o plug-in do PowerPivot para o Excel 2010.

Mas, com base nisso, pode surgir uma dúvida: isso não torna a solução “travada”, pois, para distribuir essas informações para a organização, deveremos multiplicar essas planilhas? A reposta é não. O grande trunfo para isso é o SharePoint. Através uma integração com o PowerPivot, é possível prepararmos o nosso Microsoft Office SharePoint 2010 para publicar as análises. Para isso, basta instalarmos o PowerPivot para SharePoint. Abordaremos o PowerPivot para SharePoint futuramente.

Outros pontos são interessantes citarmos, ainda com relação ao Excel 2010 com o PowerPivot: primeiro, o PowerPivot acaba sendo mais versátil que utilizar, por exemplo, um cubo do Analysis Services do SQL Server, pois podemos integrar uma quantidade de dados muito maior, com múltiplas fontes de dados, com relacionamentos, e ainda compartilha-las no SharePoint. Outro fator, é a possibilidade de uso das chamadas Data Analysis eXpressions (ou expressões DAX), que são parecidas às formulas regulares do Excel, mas com mais funcionalidades. Mas e as tabelas dinâmicas do Excel, não fazem a mesma coisa? Não, pois não permitem gerar as mesmas informações, com a mesma facilidade, com múltiplas fontes de dados distintas (e relacionadas), e disponibilizá-las no SharePoint.

Em resumo: usaremos o PowerPivot for Excel 2010 para criar as análises e o PowerPivot for SharePoint 2010 para publicar as análises, com certa liberdade de interação com as mesmas.

Softwares necessários

Para quem quer ser aventurar com o PowerPivot for Excel 2010, precisará dos seguintes componentes:

– Microsoft Office 2010 Beta ou RTM:
http://www.microsoft.com/office/2010/en/default.aspx

– PowerPivot for Excel:
http://powerpivot.com/download.aspx

– Microsoft SQL Server 2008 R2 (Nov CTP):
http://www.microsoft.com/sqlserver/2008/en/us/R2.aspx

Percebam que estamos trabalhando com versão  CTP (Community Technology Preview) de Novembro/2009 do SQL Server 2008 R2. Os processos de instalação desses componentes não serão abordados, pois estão detalhados no site do PowerPivot – www.powerpivot.com e do SQL Server 2008 R2, além de estar fora do escopo do nosso artigo.

Iniciando a demo e explorando o PowerPivot for Excel

Funções básicas

Para começar, vamos iniciar o Excel 2010:

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Figura 1: abertura do Excel 2010.  

Com o Excel aberto, podemos visualizar a nova guia chamada PowerPivot. É nela que iremos trabalhar com o PowerPivot.

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Figura 2: Aba do Excel 2010 com a opção do PowerPivot.

Para iniciarmos o nosso trabalho, vamos utilizar uma fonte de dados de exemplo. Para isso, temos várias opções em http://www.powerpivot-info.com/post/50-list-suggested-datasets-to-test-powerpivot. O exemplo escolhido por mim, foi http://powerpivotsampledata.codeplex.com/Release/ProjectReleases.aspx?ReleaseId=35438, onde teremos dois bancos de dados Access e um arquivo Excel. Vale lembrar que um dos trunfos do PowerPivot é a manipulação de dados de multiplas fontes de dados.

Vamos abrir a aba do PowerPivot:

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Figura 3: Aba do PowerPivot.

Notem que existe um primeiro botão disponível, chamado PowerPivot window. Nele iniciaremos o nosso processo de demonstração.

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Figura 4: Janela do PowerPivot iniciada.

A janela do PowerPivot apresenta algumas informações básicas para iniciarmos o nosso projeto. A guia Home permite a conexão com a fonte de dados, quem podem ser bancos de dados, arquivos ou data feeds. Além disso, podemos administrar as conexões existentes. Caso seja necessário, podemos trocar as visualizações com a planilha do Excel que deixamos aberta.

Importação de dados

Vamos explorar um pouco sobre as formas de conexão com as fontes de dados:

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Figura 5: Opções de fontes de dados do PowerPivot.

Podemos notar a presença de fontes de dados disponíveis para conexões, como o SQL Server, Access, SSAS & PowerPivot, além de outras fontes de dados, conforme abaixo:

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Figura 6: Outras opções de fontes de dados do PowerPivot.

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Figura 7: Outras opções de fontes de dados do PowerPivot – continuação.

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Figura 8: Outras opções de fontes de dados do PowerPivot – continuação.

Estão disponíveis várias fontes de dados para conexão, como SQL Azure, Oracle, Informix, Sybase, DB2, SSAS, arquivos do Excel, arquivos texto, e outros. Além disso, podemos trabalhar com outras fontes de dados, além das citadas, desde que as mesmas trabalhem com Ole DB. Isso nos dá uma grande flexibilidade para a importação dos dados para análise, e esse é um grande diferencial do PowerPivot, conforme já citado.

Vamos iniciar a conexão com o nosso data source, selecionando a conexão com um banco de dados Access, que faz parte do exemplo que iremos utilizar:

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Figura 8: Iniciando a conexão com o banco de dados Access de exemplo.

Na próxima tela, especificaremos os parâmetro de conexão com o banco de dados Access de exemplo:

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Figura 9: Tela de conexão com a fonte de dados Access.

Nesse nosso exemplo do banco Contoso Sales, não necessitamos especificar os parâmetros de logon. Aproveitamos para realizar um teste de conexão com o banco, que foi realizado com sucesso.

Nesse momento, iremos especificar quais são os objetos do banco de dados que iremos importar. Notem que podemos escolher os objetos ou trabalhar com uma query. Nesse momento, iremos trabalhar com a seleção de objetos:

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Figura 10: Opções de importação de objetos da fonte de dados.

A lista de objetos está disponível. Vamos importar todos os objetos do banco de dados, mas iremos especificar um nome mais amigável para o objeto. Além disso, a tela de seleção permite a criação de filtros e de visualização prévia dos dados, antes da importação.

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Figura 11: Lista dos objetos que serão importados.

Nesse momento iremos importar os objetos para o PowerPivot:

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Figura 12: Objetos sendo importados para o PowerPivot.

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Figura 13: Objetos importados com sucesso para o PowerPivot.

Após o processo de importação dos objetos ser concluído, podemos visualizar os dados importados. Notem que estamos trabalhando com uma tabela de Vendas que possui quase 4 milhões de registros. Os tabelas já estão com os nomes amigáveis definidos. Vamos agora começar a trabalhar com esses dados.

Criação dos relacionamentos

O primeiro passo que devemos realizar, após a importação dos dados, é a criação dos relacionamentos entre as tabelas. Não podemos esquecer que o PowerPivot permite a utilização de dados de diversas fontes de dados. Veremos futuramente no artigo como relacionar os dados que são oriundos de outras fontes de dados. Os relacionamentos darão o poder de criarmos as análises de forma vinculada, entre campos de tabelas diferentes que não estão relacionados, como por exemplo, nome da entidade com quantidade de venda. O relacionamento pode existir entre as tabelas com as chaves primárias, mas não com os campos da análise.

Para criar os relacionamentos, vamos utilizar a guia Table. Nessa guia, temos alguns botões que permitem a criação e manipulação dos relacionamentos:

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Figura 14: Guia Table do PowerPivot.

Antes de criarmos os relacionamentos, devemos ter um pequeno conceito de análise/pivoteamento de informação. No caso desse exemplo, devemos indentificar qual é a entidade que possui os “fatos”, conhecida como “fact table”. Fica bem claro, que gostaríamos de realizar algum tipo de análise de venda dessa empresa. Portanto, a tabela Vendas será a nossa fact table. Com base nisso, vamos iniciar os relacionamentos nos campos dessa tabela.

Notem que a tabela possui um dado de identificação única dos registros, que é a coluna SalesKey, e várias outras colunas que, provavelmente, são chaves estrangeiras, como ChannelKey, por exemplo. Caso aplicável, os nomes das colunas podem ser renomeados para um nome mais amigável.

Como existe uma coluna chamada ProductKey, na tabela de Vendas, e possuímos uma tabela chamada Produtos, vamo criar um relacionamento entre essas tabelas com essas colunas. Para, basta clicar na coluna e, na seqüência, clicar no botão Create Relationship:

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Figura 15: Criação de relacionamento no PowerPivot.

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Figura 16: Criação de relacionamento no PowerPivot – continuação.

Durante a seleção do tabela de Produtos como tabela alvo, o assistente automáticamente detectou que o campo ProductKey é o campo ideal para o relacionamento. Clicando em Create, o relacionamento será criado:

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Figura 17: Relacionamento criado.

O novo ícone no campo ProductKey indica que o relacionamento foi criado. Outra forma de visualizarmos é através do botão Manage Relationships. Outros relacionamentos devem ser criados com outros campos, inclusive com outras tabelas. Abaixo segue a lista dos relacionamentos:

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Figura 18: Tela de gerenciamento dos relacionamentos.

Importação de dados de outras fontes de dados

Vamos começar a ter uma visão um pouco crítica sobre as informações que o banco de dados disponibilizou. Vejam que existe uma tabela de Produtos e uma tabela de Subcategorias de Produtos. Mas, onde está a tabela de Categorias de Produtos? Ela não está presente. Mas isso é proposital para demonstrarmos a possibilidade de integração de dados, originários de multiplas fontes. As informações de categorias de produtos estão disponíveis em um outro banco de dados Access. Vamos importá-lo, seguindo o mesmo procedimento que fizemos anteriormente:

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Figura 18: Iniciando a importação de dados de outro banco de dados Access.

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Figura 19: Especificando os parâmetros de conexão com o banco Access.

Nesse momento, vamos utilizar um outro recursos para selecionar os dados desse banco, a escrita de uma SQL query:

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Figura 20: Selecionando que será usada uma SQL query para importação dos dados.

Vamos especificar a query para importação dos dados. Aproveitamos para colocar o nome da tabela do PowerPivot como Categorias de Produtos:

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Figura 21: Query especificada para importação dos dados de Categorias de Produtos.

Com a query validada, podemos clicar em Finish para importar os dados:

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Figura 22: Registros da tabela Categorias de Produtos importados com sucesso.

Vamos aproveitar que estamos trabalhando com importação de dados de outras fontes de dados, e vamos importar os dados da tabela de Estoque que está em um arquivo Excel:

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Figura 23: Especificando que os dados serão importados de um arquivo do Excel.

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Figura 24: Dados da conexão com o arquivo do Excel especificados e testados.

Vamos especificar a planilha 1, e colocaremos o nome amigável de Estoque:

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Figura 25: Planilha 1 selecionada e nome Estoque especificado para a tabela.

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Figura 26: Registros importados com sucesso.

Adicionalmente, criaremos novos relacionamentos para essas tabelas. A lista final será a seguinte:

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Figura 27: Lista final dos relacionamentos.

Introdução às expressões DAX (Data Analysis eXpressions)

O PowerPivot oferece uma ferramenta poderosa para criação de novas informações, com base nos dados que possuímos. Para isso, usamos as expressões DAX, que são parecidas com as fórmulas regulares do Excel, mas com mais funções. Futuramente, exploraremos com mais detalhes essas expressões. Vamos realizar apenas um pequeno exemplo.

Na tabela de produtos, possuímos um campo chamado TotalCost e um outro chamado de SalesAmount, que são respectivamente, o total de custo e o valor de venda, daquela determinada venda. Vamos criar uma nova coluna, onde apresentaremos qual a porcentagem de lucro dessa venda. Para isso, vamos usa a guia Add Column para criar uma expressão DAX.

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Figura 28: Guia Add Column para criação de uma nova coluna, baseada em uma expressão DAX.

Como a expressão valerá para todos os registros, vamos selecionar a nova coluna e criar a expressão, conforme abaixo:

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Figura 29: Expressão DAX para criação de uma nova coluna com a porcentagem de lucro do produto.

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Figura 30: Expressão DAX criada.

Notem que, para uma melhor visualização, vamos formar esses dados de uma forma mais amigável. A guia Column permite esse trabalho, idêntico aos procedimentos de formatação de células do Excel.

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Figura 31: Guia Column para formatação e preparação da coluna.

Vamos colocar o nome da coluna como Porcentagem de Lucro e a formação como porcentagem:

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Figura 32: Coluna com expressão DAX renomeada e formatada.

Uma nova coluna também será adicionada e formatada, apresentando o líquido do lucro para cada venda realizada:

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Figura 33: Coluna com DAX para lucro líquido.

“Pivoteando” as informações – a análise em si

Vamos para a melhor parte, que é realizar a análise. Uma informação importante é com relação ao desempenho da análise do PowerPivot: toda a análise é realizada em memória, o que significa que os resultados serão apresentados e manipulados rapidamente. Para isso, vamos usa o botão PivotTable, da guia Home. Nela iremos selecionar qual a forma de apresentação (gráficos) que os dados serão apresentados:

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Figura 34: Botão PivotTable, com as opções de exibição (gráficos) das análises.

Vamos criar quatro gráficos (Four Charts) para análise. Usaremos a planilha do Excel já existente:

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Figura 35: Criação de quatro gráficos para análise, na planilha do Excel já existente.

Pronto! Acabamos de criar a primeira área de gráficos para análise. Caso você esteja no PowerPivot e queira ir para a planilha (durante a criação do gráfico, automaticamente é redicionada para ela), devemos clicar no botão Switch to Workbook, na guia Home do PowerPivot:

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Figura 36: Botão para retorno ao Excel, para visualizar os gráficos.

Quatro gráficos foram criados. Cada um deles serão utilizados para uma análise diferente. Esses gráficos poderão ser formatados com os mesmos recursos do Excel.

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Figura 37: Gráficos criados.

O recurso novo é a Task Pane chamada Gemini. É com ela que criaremos as nossas análises. Para isso, vamos selecionar o primeiro gráfico. Nesse exemplo, vamos criar uma gráfico que apresenta as quantidade de venda por categoria de produto. Para isso, deveremos colocar o campo ProductCategories, da tabela Categorias de Produtos, em Axis Fields, e o campo SalesQuantity, da tabela Vendas, em Values. A análise é criada no gráfico:

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Figura 38: Análise de Quantidade de Vendas x Categorias de Produtos criada.

Usando os recursos do Excel, podemos melhorar a visualização do gráfico:

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Figura 39: Gráfico 1 formatado.

Mas vocês podem estar questionando o seguinte: trabalhamos tudo isso para gerarmos um relatório, que poderíamos fazer no Reporting Services ou até mesmo no Excel, sem o PowerPivot? Poderiam, mas notem que, por padrão, já possuímos uma possbilidade de modificação dinâmica, clicando no botão ProductCategoryName. Se clicarmos no mesmo, podemos optimizar dinamicamente a nossa análise, como por exemplo, analisar somente a venda de computadores:

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Figura 40: Todas as categorias de produtos selecionadas.

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Figura 41: Filtrando somente por computadores.

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Figura 42: Gráfico alterado dinamicamente.

Mas isso não é tudo. Podemos ainda ter mais dinamismo “fatiando” os dados verticalmente ou horizontalmente. Isso pode ser feito, na Gemini Task Panel, através da inserção dos campos em Slicers Vertical e Slicers Horizontal. Vamos dar a possibilidade de “fatiar” os dados verticalmente por ano, e horizontalmente por entidade. Coloque o campo YearLabel, da tabela Datas, em Slicers Vertical, e o campo EntityName, da tabela Entidades, em Slicers Horizontal:

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Figura 43: Criando os Slicers verticais e horizontais.

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Figura 44: Nova forma de visualização dos dados, com filtros verticais e horizontais.

Esse é o chamado “Power” do PowerPivot, já que estmos lidando com milhões de registros. Com apenas alguns cliques vamos otimizar o relatório dinamicamente, filtrando por categoria, ano e entidade. O resultado é processado em segundos:

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Figura 45: Gráfico 1 com os dados filtrados por categoria, ano e entidade.

Para finalizar, vamos inserir algumas outras informações nos outros gráficos e formatá-las. Utilizaremos alguns outros filtros verticais e horizontais, resultando em um painel de vendas completo:

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Figura 46: Painel de vendas da Contoso Corporation.

Pronto! Estamos com as nossas análises de vendas dinâmicas criadas, sem termos a necessidade de usarmos qualquer conhecimento complexo de BI ou codificação. O passo final será publicá-la no SharePoint. Mas isso será tratado nos próximos artigos.

Conclusão

Nesse artigo, exploramos os conceitos básicos sobre o PowerPivot for Excel e demonstramos os mesmos através da criação de análises, com o Excel 2010. Podemos comprovar a possibilidade de importação de dados de múltiplas fontes de dados, a flexibilidade de criação de novas informações com as expressões DAX e facilidade de criação das análises de forma dinâmica, usando apenas alguns cliques.

Com isso, podemos concluir que o PowerPivot é uma ferramenta poderosa e que o conceito de Self-Service BI da Microsoft deverá ser amplamente utilizado pelas organizações, devido à sua usabilidade, facilidade e flexibilidade. Nos próximos artigos, iremos explorar como poderemos publicar as análises criadas, com o PowerPivot for SharePoint.

Até mais,

Carlos Monteiro.

Vídeos sobre o SCSM 2010

abril 23, 2010

 

Aproveitando que estamos falando sobre o SCSM, seguem uns links onde vocês poderão ver um pouco do produto. Enjoy it!

http://edge.technet.com/Media/Service-Manager-2010-Operations-Manager-Integration-and-Service-Maps/

http://edge.technet.com/Media/Extending-and-Customizing-Service-Manager-End-to-end-Scenario-Demo/