Archive for junho \30\UTC 2010

10 razões porque o Google não vence a Microsoft em Cloud Collaboration

junho 30, 2010

 

Excelente artigo que mostra as razões que tornam os Services Online da Microsoft competitivo e uma solução plauzível para as organizações.

http://www.eweek.com/c/a/Cloud-Computing/10-Reasons-Why-Google-Wont-Beat-Microsoft-in-Cloud-Collaboration-823604/

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Está bootando …

junho 30, 2010

 

E está bootando mesmo!!! Atualizei o meu Iphone 3Gs para iOS 4. Muito bem: não para de bootar! Mesmo eu não tendo praticamente nenhum aplicativo adicional instalado, quando estou em uma conversação de mais de 4 minutos, o bicho despenca.

Se fosse com o Windows ou Windows Mobile, meu Deus! Não quero nem pensar o que diriam …

System Center Service Manager 2010 – versão final disponível

junho 28, 2010

 

Finalmente foi lançado o System Center Service Manager 2010, novo produto da família System Center. Ele oferece uma plataforma integrada para automação e adaptação ao IT Service Management e melhores práticas às exigências de sua organização. Em linhas gerais, trabalhará como uma ferramenta de Service Desk e de auxilio para os processos de Suporte ao Serviço ITIL.

O Service Manager oferece incorporada nos processos baseados nas melhores práticas para a resolução de problemas e incidentes, controle de mudanças e gerenciamento de ciclo de vida de ativos. Através de seu banco de dados de gerenciamento de configuração (CMDB) e integração de processos, o Service Manager se conecta automaticamente a partir de conhecimentos e informações do System Center Operations Manager, System Center Configuration Manager, e Active Directory.
Organizando e unificando todo o conhecimento na suite System Center, Service Manager ajuda a continuamente adaptar a novos requisitos de negócios, reduzindo custos, diminuindo o tempo de resolução, e ajudar a alinhar a TI ao negócio.

Mais informações e dowload da avaliação pode ser obtida pelo http://www.microsoft.com/systemcenter/en/us/service-manager.aspx.

Irei disponibililar alguns tutoriais sobre o funcionamento do produto em breve.

Lista de cmdlets para BPOS

junho 27, 2010

 

Caso alguem necessite ter acesso aos principais cmdlets para migração via BPOS, vai o link http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc742577.aspx

Além disso, desse link http://www.microsoft.com/online/help/en-us/helphowto/homepage.htm segue uma lista com os principais, tantos para migração quanto para administração:

Enable-MSOnlineUser
Função: User Administration
Descrição: Activates a specific user and assigns a service license the user

Get-MSOnlineSubscription
Função: User Administration
Descrição: Returns of list of available subscriptions to assign licenses to users.

Set-MSOnlineUserPassword
Função: User Administration
Descrição: Sets a specific user account’s password to a specific value.

Add-MSOnlineUser
Função: User Administration
Descrição: Creates a disable user account in Microsoft Online Services.

Set-MSOnlineUser
Função: User Administration
Descrição: Sets a specific user account’s properties.

Remove-MSOnlineUser
Função: User Administration
Descrição: Remove a specific user account form Microsoft Online Services

Get-MSOnlineUser
Função: User Administration
Descrição: Returns a specific user account’s properties.

Add-MSOnlineMailPermission
Função: User Administration
Descrição: Adds e-mail–related permissions on a Microsoft Online Services user account.

Remove-MSOnlineMailPermission
Função: User Administration
Descrição: Removes e-mail–related permissions on a Microsoft Online Services user account.

Import-TransporterBinary
Função: Migration
Descrição: The Import-TransporterBinary cmdlet imports Transporter object data from files with the .tbin extension.

Export-TransporterBinary
Função: Migration
Descrição: Use the Export-TransporterBinary cmdlet for writing Transporter objects to a file with the .tbin extension.

Add-XsExchangeForwardingAddress
Função: Migration
Descrição: Establishes mail forwarding from an on-premises Microsoft Exchange Server account to the corresponding mailbox in Microsoft Exchange Online. The cmdlet cleans up local mailboxes.

Remove-XsExchangeForwardingAddress
Função: Migration
Removes any mail forwarders that may exist on user accounts that have mail forwarding enabled to Microsoft Exchange Online.

Add-XsExchangeOnlineItem
Função: Migration
Descrição: Injects mailbox data items into the Microsoft Exchange Online service.

Add-MicrosoftOnlineExchangeItem
Função: Migration
Descrição: Injects mailbox data items into Microsoft Exchange Online, using Exchange Web services.

Get-ImapMailbox
Função: Migration
Descrição: Gets the properties for the specified Internet Message Access Protocol (IMAP) mailbox.

Get-ImapMailboxData
Função: Migration
Descrição: Get mailbox data from the specified IMAP mailbox.

Get-InternetMailbox
Função: Migration
Descrição: Get data describing an Internet mailbox.

Get-PopMailbox
Função: Migration
Descrição: Get data describing a POP mailbox.

Get-PopMailboxData
Função: Migration
Descrição: Get POP mailbox data from the specified mailbox.

Get-XsActiveDirectoryUser
Função: Migration
Descrição: Get directory objects from Active Directory for the specified user.

Get-XsExchangeMailboxData
Função: Migration
Descrição: Get mailbox data from the specified Microsoft Exchange Server mailbox.

Move-XsExchangeMailboxToExchangeOnline
Função: Migration
Descrição: Migrates mailbox data from Microsoft Exchange Server to Microsoft Exchange Online.

Move-XsImapMailboxToExchangeOnline
Função: Migration
Descrição: Migrates mailbox data from an Internet Message Access Protocol (IMAP) server to Microsoft Exchange Online.

Move-XsPopMailboxToExchangeOnline
Função: Migration
Descrição: Migrates mailbox data from a POP server to Microsoft Exchange Online.

Search-XsMicrosoftOnlineDirectory
Função: Migration
Descrição: Searches the Microsoft Online Services directory for matches to the source object.

Get-xsHostedExchangeMailbox
Função: Migration
Descrição: Get the data that describes a hosted Exchange mailbox.

Get-xsHostedExchangeMailboxData
Função: Migration
Descrição: Extracts mailbox data from a Hosted Exchange mailbox.

Set-xsMicrosoftOnlineMigrationStatus
Função: Migration
Descrição: Set the migration status for a specific mailbox.

Move-xsHostedExchangeMailboxToExchangeOnline
Função: Migration
Descrição: Migrates mailbox data from Hosted Exchange to Microsoft Exchange Online.

Dica relâmpago – instalação da Sincronia de Diretório (DirSync) no BPOS, usando o SQL Server Full

junho 27, 2010

 

Um ponto importante com relação à sincronização do serviço de diretório é com relação à quantidade de objetos que existem dentro do Active Directory. Se a quantidade for superior à 25.000 objetos, deverá ser aberta uma Service Request reportando isso. Já se a quantidade for superior à 50.000, deveremos também instalar um SQL Server 2005 Standard.

Instalação:
1. No prompt de comando, execute: dirsync.exe /fullsql

2. Faça a instalação normalmente. Tenho um post antigo que orienta quais são os passos da instalação;

3. Após instalar o DirSync inicie o Windows Power Shell e execute os seguintes comandos:

Add-PSSnapin Coexistence-Install
Install-OnlineCoexistenceTool –UseSQLServer –Verbose

Para instalação remota utilize o comando:
Install-OnlineCoexistenceTool –UseSQLServer –SqlServer <SQLServerName> -ServiceCredential (Get-Credential) –Verbose

4. Após a instalação verifique se a base de dados foi criada no SQL Server.

Abraços,

Carlos Monteiro.

Migrando o mailbox para o Microsoft Exchange Online – BPOS – Microsoft Business Productivity Online Standard Suite / Microsoft Online Services

junho 25, 2010

 

Migrando o mailbox para o Microsoft Exchange Online

A próxima etapa que iremos realizar é a migração do Mailbox on premises para o Microsoft Online Services. Para isso, iremos instalar a ferramenta de migração (realizamos o download em outro artigo através de https://admin.noam.microsoftonline.com/Migrate/ApplicationDataMigration.aspx). Realize o downlod da ferramenta compatível com a sua plataforma e inicie a instalação.

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Figura 1: Iniciando a instalação da ferramenta de migração de mailboxes on premises para o Microsoft Online.

Termos de licença. Clique em Next.

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Figura 2: Termos de licença.

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Figura 3: Local para instalação.

Após especificar a localização da instalação, clique em install.

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Figura 4: Instalação sendo executada.

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Figura 5: Instalação concluída.

Basta acessar a console de administração para iniciar a migração. Conforme abaixo:

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Figura 6: Caminho para acesso à console de administração para migração.

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Figura 7: Iniciando o processo de logon na console de administração.

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Figura 8: Logon realizado com sucesso.

A ferramenta de migração apresenta duas áreas: uma que informa os mailboxes do Exchange on-premises que podem ser migrados e outra que apresenta uma infra-estrutura para migração de mailboxes POP/IMAP.

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Figura 9: Opções da ferramenta de migração.

Nesse momento, estamos tratando da migração de mailboxes do Exchange on-premises em um ambiente de coexistência. Como exemplo, vamos iniciar o processo de migração de um mailbox. Para isso, vamos acessar guia Mailboxes Ready to Migrate. Notem que somente dois mailboxes são listados, que são extamente aqueles que tiveram suas contas ativadas anteriormente em nossos exemplos. Iniciaremos a migração do nosso saudoso Picafumo Power:

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Figura 10: Mailboxes que estão prontos para serem migrados.

Para iniciar a migração basta clicar com o botão direito do mouse e em Migrate Mailboxes.

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Figura 11: Iniciando a migração do mailbox.

Um assistente é aberto para a migração do mailbox.

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Figura 12: Assistente de migração do mailbox.

A tela seguinte oferece a opção de cópia ou não do conteúdo do mailbox. Iremos copiar o conteúdo do mailbox.

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Figura 13: Opções para migração do mailbox.

O assistente faz um cálculo dos mailboxes que estão com a especificação de cota acima da permitida no Exchange Online.

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Figura 14: Assistente calculando o tamanho dos mailboxes.

Como não há mailboxes que violam o tamanho do Exchange Online, a mensagem abaixo é exibida. O erro pode ser desconsiderado. Essa mensagem também pode também ser apresentado caso problemas de conexão com o Microsoft Online Services ocorra.

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Figura 15: Mensagem alertando que não foi possível listar os mailboxes que violam o tamanho do mailbox do Exchange Online. Mensagem pode ser exibida quando problemas de conexão possam estar ocorrendo com o Microsoft Online Services.

Na próxima tela, pode ser escolhido quais são os itens do mailboxes que será migrado. Poderia ser especificada uma janela de tempo que os itens serão migrados. Iremos migrar todos os itens.

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Figura 16: Especificando que todos os itens serão migrados.

Tela final com um resumo sobre a migração. Basta clicar em Migrate para iniciar a migração.

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Figura 17: Tela de resumo da migração.

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Figura 18: Migração iniciada.

A migração do mailbox foi concluída com sucesso.

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Figura 19: Mailbox Migrado com sucesso.

Após a migração, podemos remover o foward do mailbox que já foi migrado. Note que o Migration Status está como Migrated, após a migração ser concluída.

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Figura 20: Status do mailbox após a migração ser concluída.

Com o botão direito do mouse, podemos realizar certos trabalhos com o Maibox. Um deles seria somente remover o foward para o Online Services, fazendo com que os e-mails que são destinados no ambiente On-Premises não sejam mais encaminhados para o ambiente do Microsoft Online. Isso não deve ser realizado até todos os mailboxes do ambiente on-premises serem migrados. Se fossemos colocar a seqüência dos fatos, seria a seguinte:

1 – Sincronizar o serviço de diretorios;

2 – Estabelecer o ambiente de coexistência;

3 – Migrar todos os mailboxes para o Exchange Online;

4 – Remover os maiboxes ou remover o foward para o Exchange Online.

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Figura 21: Opções disponiveis para o mailbox migrado.

Caso todos os mailboxes já tenham sido migrados, podemos deletar o mesmo, conforme abaixo:

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Figura 22: Tela de deleção de mailbox.

Clique em Next.

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Figura 23: Tela de revisão para deleção do mailbox.

Caso seja o mailbox correto para deleção, clique em Next.

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Figura 24: Mailbox deletado com sucesso.

Com isso, o processo de migração dos mailboxes para o Exchange Online está concluído.

 

O que acontece com o mailbox que foi migrado para a nuvem, antes dele ser deletado?

Após a migração, basicamente o que acontece com um mailbox, após ele ser movido para a nuvem é o seguinte: um contato é criado, apontando para o endereço de usuário “fulano@dominio.microsoftonline.com”, ficará oculto na GAL do Exchange on-premises.

Figura 25: Contato criado pela ferramenta de migração.

Figura 26: Propriedades do contato – oculto na GAL.

Figura 27: Endereço de e-mail do contato.

Conseqüêntemente, os e-mails do mailbox on-premises serão encaminhados para o contato que foi criado.

Figura 28: Mailbox on-premises, que já foi migrado para o Exchange Online.

Figura 29: Opções de entrega no mailbox on-premises.

Figura 30: Opção de entrega no mailbox on-premises, dizendo que os e-mails, agora, serão encaminhados para o mailbox que está no Exchange Online.

Dessa forma, os e-mails que são encaminhados on-premises serão encaminhados para o mailbox que está na nuvem. Da mesma forma, os e-mails que são enviados da nuvem para um mailbox on-premises, é utilizada a resolução de MX (vale lembrar que o MX, em um ambiente de coexistência, é apontado para o ambiente on-premises, não para a nuvem) para o domínio on-premises, já que esse mailbox não está na nuvem.

 

Configurando o ambiente de coexistência com o Exchange – BPOS – Microsoft Business Productivity Online Standard Suite / Microsoft Online Services

junho 23, 2010

 

Configurando o ambiente de coexistência com o Exchange

Após a introdução conceitual do ambiente de coexistência, vamos realizar a configuração. Para isso, vamos acesssar a assistente de configuração e-mail coexistence através de migration/overview. Para iniciar a configuração, basta clicar no botão configure do e-mail coexistence.

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Figura 1: Iniciando a configuração do ambiente de coexistência.

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Figura 2: Configuração do ambiente de coexistência.

O próximo passo é ler as documentações sobre o funcionamento do ambiente de coexistência. Após a leitura das documentações, selecione os checkboxes.

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Figura 3: Iniciando a configuração do ambiente de coexistência.

O próximo passo é configurar o ambiente de sincronização do serviço de diretório.

Sincronização do Active Directory

Inicialmente, vamos começar com a sincronia do Active Directory. Ela permite que os objetos (usuários, grupos e listas de distribuição) estejam sincronizados com o Microsoft Online Services.

Dois detalhes são importantes na configuração da sincronia com o Active Directory: as senhas não são sincronizadas e a sincronização é somente de uma via, ou seja, as alterações do ambiente on-premises são replicadas para o Microsoft Online Services, mas o contrário não.

 

Configurando o ambiente de sincronização do serviço de diretório

Vamos configurar o ambiente de sincronização do serviço de diretório. Para isso, basta clicar no botão configure do assistente de configuração da coexistência de e-mail, ou através de Migration/Directory Syncronization.

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Figura 4: Configuração do ambiente de sincronização do serviço de diretório.

O próximo passo é ler as documentações sobre o funcionamento do ambiente de sincronia do serviço de diretório. Após isso, selecione o checkbox para liberar a opção de habilitar a sincronia do serviço de diretório. Habilite o mesmo, e realize o download da ferramenta de sincronia do serviço de diretório.

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Figura 5: Opção de habilitar a sincronia do serviço de diretório liberada.

Uma mensagem é exibida com informações importantes sobre o funcionamento da sincronia do serviço de diretório. Clique em enable.

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Figura 6: Mensagem de alerta para habilitar o serviço.

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Figura 7: Serviço de sincronia de diretório habilitado.

Após o serviço estar habilitado, é necessário realizar o download da ferramenta de sincronia do serviço de diretório, que deverá ser instalado no ambiente on-primeses do domínio que será sincronizado. O link para download da ferramenta pode ser feito pelo http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=f536cac9-c0fb-48d1-b22c-378ba92c1c9f&displaylang=en.

Após o download, necessitamos realizar a instalação e configuração da ferramenta de sincronia do serviço de diretório. Ela deverá ser instalado em um Domain Controller do ambiente on-primeses. Esse domain controller deverá ser Windows 2003 com SP 2. Com login efetuado no DC, inicie a instalação da ferramenta de sincronia.

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Figura 8: ferramenta (plug-in) de sincronia do serviço de diretório, no ambiente on-primeses.

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Figura 9: Iniciando a instalação da ferramenta de sincronia de serviços de diretório, no ambiente on-primeses.

Na tela de boas vindas, clique em Next.

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Figura 10: Tela de boas vindas do assistente de instalação da ferramenta de sincronização do serviço de diretório.

Verifique os termos de licençe e clique em Next.

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Figura 11: Termos de licença.

Especifique a pasta de instalação da ferramenta e clique em Next.

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Figura 12: Localização da instalação.

A instalação e realizada, conforme tela abaixo:

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Figura 13: Instalação da ferramenta sendo realizada.

Após a instalação ser realizada, clique em Next.

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Figura 14: Instalação realizada.

A tela final oferece a opção de iniciar o assistente de configuração da ferramenta. Clique em finish, com a opção selecionada.

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Figura 15: Instalação realizada com sucesso, com a opção de iniciar o assistente de configuração.

É necessário realizar a configuração da sincronia do serviço de diretório. Para isso, clique em Next na primeira tela do assistente.

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Figura 16: Tela de boas vindas do assistente de configuração.

Incialmente temos que especificar as credenciais com poder de administração do Microsoft Online.

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Figura 17: Tela com as credenciais para administração do Microsoft Online.

A próxima configuração são as credenciais de administração do Active Directory on-primeses que deverá ser configurada da mesma maneira. Vale lembrar que o usuário deverá ter permissões de Enterprise Admins e Domain Admins no Active Directory. Após essas credencias serem especificadas, o assistencia inicia a configuração da ferramenta.

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Figura 18: Tela com as credenciais para administração do Active Directory.

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Figura 19: Configurações da ferramenta sendo realizadas.

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Figura 20: Configurações realizada.

Clique em Next para finalizar a configuração. Na última tela é possível iniciar a sincronização do serviço de diretório imediatamente. Deixe a opção marcada e clique em finish.

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Figura 21: Tela de conclusão do assistente, com opção de iniciar a sincronização imediatamente.

Uma mensagem sobre como consultar o resultado da sincronização é exibida.

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Figura 22: Mensagem sobre como verificar o resultado da sincronia do serviço de diretório.

Para verificarmos a sincronização, vamos abrir a console de administração da ferramenta de sincronização através de start, all programs, Microsoft Online Services, Dicretory Synchronization, Directory Sync Configuration.

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Figura 23: Acessando a ferramenta de administração de sincronia do serviço de diretório.

Um erro é apresentado informando que o usuário logado não é membro do grupo Microsoft Identity Information Server (MIIS) Admin. Para corrigir isso, basta criar um grupo local chamado MIISAdmins e adicionar o usuário que irá realizar a sincronia do serviço de diretório como membro desse grupo. É necessário realizar novamente um login, após adicionar o usuário no grupo. Caso o grupo já exista, basta realizar um login novamente no servidor e abrir a ferramenta.

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Figura 24: Erro informando que o usuário logado não é membro do grupo Microsoft Identity Information Server (MIIS) Admin.

Retornando na página de administração do Microsoft Online, marque o checkbox Read Verify Directory Synchronization e verifique se os usuários foram migrados na guia Disabled Users.

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Figura 25: Checkbox de verificação da sincronização do diretório marcado.

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Figura 26: Verificação dos usuários sincronizados na guia Disabled Users.

Após esse processo, basta habilitar os usuários que irão utilizar o Microsoft Online. É possível realizar a sincronia do serviço de diretório manualmente, via PowerShell, com o cmdlet Start-OnlineCoexistenceSync, ou através do assistente de configuração da ferramenta. A sincronia do serviço de diretório acontece à cada 3 horas. Para alterar este valor abra o arquivo Microsoft.Online.DirSync.Scheduler.exe.Config na pasta %ProgramFiles%\Microsoft Online Directory Sync\. Altere o atributo “SyncTimeInterval” que por padrão traz Value=”3:00:00” que representa 3 Horas.

Outro ponto importante é a verificação de erros na sincronização. Um relatório é enviado para o e-mail de administração do Microsoft Online, caso um erro ocorra, como o abaixo:

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Figura 27: Relatório de erro de sincronia enviado pelo Microsoft Online Services.

Uma última configuração é a ativação dos usuários que irão utilizar o Microsoft Online Services. Basta selecionar o usuário e clicar em Activate User Accounts e seguir os passos solicitados.

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Figura 28: Habilitando o usuário BPOS.

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Figura 29: Habilitando o usuário BPOS.

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Figura 30: Habilitando o usuário BPOS.

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Figura 31: Habilitando o usuário BPOS – especificando os serviços que serão habilitados e o tamanho do mailbox.

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Figura 32: Habilitando o usuário BPOS – conclusão.

Como o usuário está sincronizado com o Active Directory on-premises, notem que o ícone é diferente do usuário normal criado no Microsoft Online Services.

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Figura 33: Usuários habilitados.

Realizando o primeiro login com um usuário no Microsoft Online Services

O próximo passo é relizar o primeiro login com o usuário. Para isso, devemos acessar o http://home.microsoftonline.com.

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Figura 34: Executando o primeiro login na Microsoft Online com o usuário habilitado.

Após efetuar o login, o usuário é obrigado a trocar a senha temporária.

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Figura 35: Usuário especificando uma nova senha.

A tela seguinte oferece o download da ferramenta de login único para o usuário ou o acesso ao portal da empresa. Vamos aproveitar para realizar o download do aplicativo de login único, mas não vamos configurar ela nesse momento. A tela abaixo é a página principal do portal da empresa.

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Figura 36: Opção de download do aplicativo de login único e acesso ao portal da empresa no Microsoft Online Services.

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Figura 37: Portal da empresa no Microsoft Online Services.

Conclusão

Nesse artigos, exploramos a configuração do ambiente de coexistência entre Exchange on-premises com o Exchange Online, além de configurarmos a sincronização do serviço de diretório. Nos próximos artigos, iremos explorar a migração dos mailboxes para o ambiente Exchange Online.

Até mais.

Carlos Monteiro.

Museu TAM

junho 17, 2010

 

O museu Asas de um Sonho, da TAM, reabriu todo reformado em São Carlos com o nome de Museu TAM. Luíz Perez dá mais detalhes nessa reportagem. Como estou todos os finais de semana em São Carlos na UFSCar, voi aproveitar para visitar após a copa (afinal, é bom assistir uns joguinhos nessa época). O Museu funciona de quarta à domingo, as 10:00hrs às 16:00hrs (entrada permitida até as 15:00hrs). Os valor é de R$ 10,00 entrada normal. Não sei sobre descontos para estudantes. Crianças até 6 anos não pagam.  É visita obrigatória para quem gosta de aviação. Tem preço, ver um Constellation da Panair ou um Spitfire?

Tech·Ed 2010

junho 11, 2010

Pessoal, foram anunciadas as datas do Tech·Ed 2010. O evento será realizado nos dias 13, 14 e 15 de Setembro de 2010. Faça sua inscrição em http://www.teched.com.br.

Essa é a sua chance de conhecer as novas versões dos produtos, trocar experiência com colegas da área, além de atualizar seus conhecimentos e abrir novos horizontes profissionais, impulsionando ainda mais a sua carreira.

Vale à pena!

Google ou Microsoft? Análise de cenários – desktops baseados na nuvem

junho 10, 2010

 

Interessante a matéria publicada pela http://www.itweb.com.br. É um visão bem interessante da competitividade na nuvem.

 

Google ou Microsoft? Análise de cenários

por InformationWeek EUA

14/05/2010

Para esclarecer possíveis dúvidas sobre plataformas de produtividade, veja oito situações possíveis e note as vantagens de cada fornecedor

Considerando que as empresas terão uma determinada quantidade de usuários que não poderão ficar sem uma versão desktop do aplicativo de computação tipo office, a questão se torna, basicamente, a qual empresa recorrer para os aplicativos baseados em browser: Google ou Microsoft? Para ajudar a esclarecer possíveis dúvidas, dê uma olhada nos possíveis cenários e note as vantagens de cada fornecedor:

Cenário 1 – Você quer uma oferta baseada em nuvem, agora!

Tanto a Microsoft quanto o Google estão entregando aplicativos de computação tipo office de alta-fidelidade na nuvem. A mais recente oferta do Google – que apresenta muito mais do que fidelidade em termos de formatação de documentos (e assim, melhor compatibilidade com os documentos Word) não será finalizada até maio, mas está disponível em versão beta até lá.

Para os usuários corporativos, o Microsoft Office Web Applications não estará disponível até o final desse ano, quando será lançada a versão "padrão", multi-tenant, da versão 2010 do Business Productivity Online Suite (BPOS-S). O BPOS-S inclui SharePoint. A Microsoft irá oferecer, também, versões de seus aplicativos web que estão associados ao serviço de armazenamento Skydrive. Essas versões serão mantidas por propagandas. Enquanto isso, entre as duas empresas, a unica que oferece aplicativos de computação tipo office baseada em nuvem é o Google, como parte do Google Apps.

Em vantagem: Google

Cenário 2 – Você quer aplicativo baseado em browser sem infraestrutura de compartilhamento

Por enquanto, o Google ainda não sofreu com ataques de hackers que conseguiram acesso via Google Apps, comprometendo seu conteúdo. Há cerca de dois anos, quando perguntei a um porta-voz do Google a respeito da fidedignidade do Google Apps, do ponto de vista da segurança, a resposta foi simplesmente "se essa confiança se quebra, nós quebramos".

De qualquer forma, apesar da reputação do Google e da Salesforce.com quando se trata de proteger dados corporativos confidenciais, muitas empresas ficam tão nervosas sobre enviar seus dados confidenciais para serviços acessados via Internet (ou seja, para a nuvem) que elas simplesmente se recusam. Essa preocupação, em especial com o Google, se intensificou após o recente – e super divulgado – ataque sofrido pelas contas do Gmail de certos dissidentes chineses.

Embora não exista uma versão local do Google Apps para resolver esse problema, existe, é claro, a versão local do SharePoint. A versão atual do SharePoint (e BPOS) não oferece os aplicativos web da Microsoft. A nova versão do SharePoint (a versão 2010), que oferece os aplicativos baseados em browser, da Microsoft, para usuários finais, deve ser lançado em 12 de maio.

Além disso, uma versão privada e não-tenant do BPOS 2010 também será disponibilizada pela Microsoft. A Microsoft classifica a opção BPOS-D (o D é pra "dedicado") como uma solução para empresas com mais de 5.000 usuários.

Em vantagem: Microsoft

Cenário 3 – Você quer compatibilidade com o Microsoft Office
Em sua mais recente versão, o Google Docs apresentou mudanças significativas em termos de compatibilidade com os formatos que os usuários mais usam no Microsoft Office. Esses aperfeiçoamentos incluem os básicos: negrito, sublinhado e itálico; mas também funções mais complicadas como marcadores, tabs, justificação, margens, imagens embutidas, etc.

Hoje, as melhores ofertas de ambas as empresas, em termos de aplicaticos web compatíveis com o Office, ainda não foram lançadas. A nova versão do Google ainda não está programada nem para lançamento beta, até o início de junho. As vesões online da Microsoft (as associadas ao Skydrive) ainda estão em modo "prévia técnica".

Em algumas versões pré-lançadas bem ad hoc, das duas empresas, a InformationWeek teve problemas com importações e exportações limpas. Por exemplo, ao exportar um documento com uma imagem embutida de uma versão pré-lançada do Google Docs (do processador de textos) para o Microsoft Word, a imagem se perdeu na conversão. Mas quando escolhemos uma planilha Excel, relativamente complicada, e tentamos importá-la para as opções online das duas empresas, foi a versão online, pré-lançada, do Excel que destruiu o arquivo na conversão. O Google lidou com o mesmo arquivo sem problemas. As duas empresas reconhecem que ainda há muito a ser feito antes do lançamento oficial das novas soluções.

No fim, as empresas terão de fazer seus próprios testes, com seus próprios documentos, nas duas opções oferecidas para determinar qual das empresas trabalhar melhor. Mas, ninguém conhece os formatos da Microsoft melhor que a própria Microsoft. Além do mais, embora nunca tenha sido um objetivo do Google, a Microsoft está fazendo de tudo para garantir que seus aplicativos web sejam exatamente iguais aos aplicativos de desktop, na aparência. Isso pode facilitar a transação do Office na versão desktop para a versão baseada em browser.

Em vantagem: Microsoft

Cenário 4 – Você quer simplicidade em licenças e custos

Os executivos da Microsoft deram a entender, em conversa com a InformationWeek, que acham as ofertas do Google confusas. Porém, a InformationWeek acredita que a oferta da Microsoft é mais confusa do que a do Google.

Para conseguir acesso às versões do Office Web Apps, da Microsoft (baseado em nuvem ou não), cada usuário precisa de uma licença para usar o SharePoint 2010, o BPOS-S 2010 (disponível ainda esse ano) ou o BPOS-D 2010 (os últimos dois incluem o SharePoint Server). Isso faz sentido já que o Office Web Apps é fornecido via servidor SharePoint. Mas é aqui que surge a confusão: o que muita gente não entende é que, além disso, cada usuário que acessa a versão web dos aplicativos, precisa ter, também, licença para usar a versão desktop do Microsoft Office 2010 (versões anteriores não contam). Pra complicar ainda mais, existe uma licença separada, para "apenas leitura" do SharePoint, que dá acesso aos Web Apps, mas apenas para ver os documentos, sem poder de editá-los.

O Google, por outro lado, oferece duas versões do Google Apps (que inclui a suite Google Docs de aplicativos tipo office): a padrão e a premium. A versão padrão é gratuita e a premium, que oferece mais espaço do que a versão gratuita, melhor conectividade com serviços terceirizados e suporte técnico, custa US$ 50 por usuário, por ano.

Se pudéssemos te passar a comparação de preço com a Microsoft, passaríamos. Mas devido a complexidade nos termos de aquisição dos aplicativos web da Microsoft, sem falar nos diferentes preços que os clientes conseguem por produtos como SharePoint e o Office, podemos dizer apenas que "em sua totalidade, é significativamente mais caro". Por exemplo, aqui na TechWeb, pagamos US$ 281, por cópia do Microsoft Office. Mas, por esses US$ 281, conseguimos uma licença perpétua. Pelos mesmo US$ 281, conseguimos 5 anos de acesso ao Google Apps (que inclui capacidade de colaboração competitiva com o SharePoint e um servidor de e-mail que também compete com o Exchange). Imagino que, no final das contas, da mesma forma que a Microsoft precisa conceber que uma suite de aplicativos baseados em web tem lugar no mundo corporativo, irá também relaxar com as exigências de licenças para os aplicativos web: a mesma exigência de licença do Microsoft Office.

Em vantagem: Google

Cenário 5 – Lidando com seus legados

O Google sempre fala que tem 25 milhões de usuários representando 2 milhões de empresas que usam o Google Apps, mas o que não é dito é quantos desses usuários e empresas confiam neles, pagam por eles, ou ambos. Enquanto isso, com mais de 90 milhões de licenças (a Microsoft diz que foram 85 milhões em 2008) os servidores SharePoint parecem só crescer em muitas empresas. O SharePoint é tão popular que tem seu próprio ecossistema, repleto de ferramentas terceirizadas, consultorias e eventos.

Como já foi mencionado, em reconhecimento ao tamanho desse ecossistema, muitos fornecedores de gerenciadores de documentos e soluções de colaboração terceirizados estão se aproveitando da "abertura" dada pela UE para APIs de SharePoint, na esperança de roubarem um pouco desse ecossistema da Microsoft.
Já o Google não é uma dessas empresas. Não que não pudesse ser, cultural ou tecnicamente.

Ao longo da história do Google tentando afastar os clientes da Microsoft, ele não se afastou da ideia de compatibilidade de API, mas, por enquanto, ainda não se sabe se o Google vai considerar essa opção a longo prazo.

Enquanto isso, em termos tanto de aplicativo de computação tipo office, quanto de infraestrutura de colaboração, a Microsoft é um gigante de 800 quilos enquanto o Google não só precisa parar por um momento, como precisa convencer os já clientes da Microsoft que irá valer a pena migrar para o Google Apps. Mas esperem, tem mais. Não é apenas uma questão de convencer os clientes da Microsoft a migrar para o Google Apps. A oferta do Google pode ter despertado o interesse de muitos clientes Microsoft em mudar para um modelo baseado em nuvem, mas se é justamente a parte da nuvem, no modelo do Google, que está intrigando esses clientes, o Google também precisa distraí-los para não migrarem suas verões locais do SharePoint para o BPOS-S, da Microsoft.

Como essa tecnologia afeta uma empresa, com certeza, será um ponto crucial em qualquer decisão a ser tomada. O ano passado foi um inverno nuclear para a maioria das empresas. CFOs tiveram facilidade em entrar nos escritórios dos CIOs e dizer "e esse negócio de US$ 50 por usuário, por ano, que o Google oferece?". Esse ano a história muda. Com a economia dando sinais de vida, o Google, assim como outros fornecedores mais baratos de funcionalidades tipo SharePoint, perdem um pouco da vantagem sobre a demanda por SharePoint.

Em vantagem: Microsoft

Cenário 6 – O problema do avião

Caso você ainda não saiba da novidade, alguns usuários terão de pagar um preço muito alto para usar o Google Docs – terão de abrir mão do seu acesso offline. Atualmente, usando um plug-in chamado Google Gears, os usuários do Google Docs ainda podem trabalhar com seus documentos via browser como se estivessem conectados à Internet. Muitas pessoas se referem a isso como "o problema do avião" porque, para a maioria das pessoas, quem precisa dessa funcionalidade são os passam muitas horas em viagem ao redor do mundo (mas mesmo esse problema está se resolvendo aos poucos, com a implementação de conexão Wi-Fi nos voos).

De acordo com o Google, são pouquíssimas as pessoas que precisam dessa função. Não sei dizer se isso é porque elas nunca precisaram, ou porque tiveram problema em usá-la. Mas eu sei que eu tive problemas com essa função mais de uma vez, muitas vezes, sem proveito.

Por outro lado, o Microsoft Office não tem esse problema. Já que a estratégia de licença da Microsoft, que obriga qualquer usuário do Office Web Apps a ter licença para o Microsoft Office, significa que todos tem, sempre, uma opção offline.
Como já foi afirmado, no entanto, o Google já admitiu que alguns de seus usuários irão precisar de uma cópia do Microsoft Office. Uma evidência dessa concessão é que a empresa adquiriu o DocVerse – uma solução dedicada a replicação e sincronização dos documentos Office com a nuvem.

No final (acredito que ainda esse ano), essa replicação e sincronização serão com a nuvem do Google, o que significa que essas pessoas "voando ao redor do mundo, sem conexão", terão a mesma opção que os usuários do SharePoint, da Microsoft, têm. Em algum momento, o Google irá trazer essa funcionalidade de volta, graças ao modelo HTML5. Mas, de qualquer forma, comprar uma cópia completa do Microsoft Office para as pessoas que precisam ficar offline, é uma opção válida.

Em vantagem: ambos

Cenário 7 – Engenharia de talento

Nenhuma da duas empresas está com seu aplicativo baseado em browser pronto para o lançamento. Mas, como em qualquer outra situação, quando se trata de lançar aplicativos baseados em web, ter experiência conta. Devido a fé que o Google tem em computação baseada em web, há alguns anos, adquiriu, metodicamente, as melhores funções dos melhores fornecedores de computação baseada em office, para criar o Google Docs que conhecemos hoje.

O que é mais interessante é como essas outras empresas se mantiveram ao lado do Google. Claro, elas ainda devem ter alguns lucros, mas, mais importante, elas estão muito familiarizadas com alguns dos problemas mais teimosos na entrega de aplicativos via browser.

Um desses problemas é a colaboração em tempo real. Muitos dos fornecedores gostam de dizer que suas soluções são em tempo real. Mas existe uma diferença entre uma colaboração que leva entre 10 e 5 segundos e uma que leva entre 1 e 2. No tempo de 1 segundo, o Google registra qualquer alteração feita num documento compartilhado, salva a alteração em seu servidor e a mostra para todos os envolvidos no documento. Isso tudo é feito sem necessidade de plug-ins e funciona em múltiplos browsers (a ausência de plug-ins significa que pode ser usado em browser móvel também). De acordo com os engenheiros do Google, foi muito difícil superar o intervalo de 10 segundos.

Isso vira a mesa completamente quando se trata de colaboração online e em tempo real. Enquanto muitos fornecedores de ferramentas de colaboração focam seus recursos de engenharia em como resolver os conflitos entre edições, o Google decidiu descobrir uma maneira de evitar esses conflitos de uma vez por todas. Sem a experiência do Google em rodar grandes ofertas, multi-tenant, baseadas em nuvem (algo que a Microsoft ainda não fez), esses problemas seriam ainda mais difíceis de resolver.

Dito isso, basta olhar para o que a Microsoft tem mostrado como prévia técnica do Office Web Apps (o associado ao Skydrive) e fica claro que o único inimigo da empresa em termos de entregar algo que supra as necessidades dos usuários (especialmente os já existentes) é o tempo.

Em vantagem: (por enquanto) Google

Cenário 8 – O que mais vem por ai?

Um dos motivos pelo qual é impossível fazer uma comparação taco-a-taco do Google com a Microsoft é o fato de que suas ofertas são muito diferentes em termos de extras. Se a comparação mais próxima do Google Apps é o BPOS-S 2010, ambos tem características e funções que eu ainda nem pensei em descrever.

Algumas delas – por exemplo, a capacidade de criar sites de intranet e Internet – são iguais. Ambas também oferecem um servidor de e-mail de classe corporativa. O SharePoint tem características de rede social que faltam, completamente, ao Google Apps. O serviço Gmail, que vem incluído no Google Apps, inclui função anti-spam (cortesia da Postini, adquirida pelo Google). Com o BPOS-S, os usuários tem comunicação integrada, unificada, pelo Office Communication Server. Eu poderia listar muito mais, mas não o farei.

A questão é se você quer ou não seguir as listas e checar por si só se essas funções e características são apenas interessantes ou se são praticamente obrigatórias. Então, para as obrigatórias que faltam a uma ou às duas soluções, quanto mais irá custar para conseguir?

Em vantagem: a decisão é sua.