Cloud Computing: como sobreviver a essa nova onda?

A computação na nuvem irá mudar os rumos de como os profissionais de TI realizam os seus trabalhos. E, definitivamente, somente os profissionais com rápida capacidade de adaptação estarão preparados para “surfar” nessa onda.

Há uns onze anos atrás, durante uma das descontraídas conversas no café, ouvi pela primeira vez a seguinte afirmação: já existem especialistas, poucos por sinal, dizendo que futuramente iremos usar as tecnologias de TI direto da Internet, da mesma forma que utilizamos a energia elétrica. Ou seja, pagaremos somente o que iremos utilizar e sem a necessidade de termos uma infraestrutura interna completa para isso. Da mesma forma que esse comentário surgiu, ele foi rechaçado por muitos que participavam da conversa, onde foi argumentado que isso não é possível na área de TI, devido à complexidade para se chegar nesse nível de solução.

Mas convenhamos que diversas outras situações ditas como impossíveis ou improváveis ocorreram de fato na história da TI, como por exemplo, o avanço da Microsoft perante a Novell, quando o assunto era infraestrutura de rede, ou o avanço da era PC perante o terminal burro, no que diz respeito ao mercado corporativo. E hoje, o oferecimento de serviços baseados na nuvem é uma realidade.

Diversos grandes players do mercado já estão oferecendo essas soluções, como por exemplo, a Google, com a suíte Google Apps, a Vmware, com virtualização na nuvem, a Amazon, com o Amazon Web Services, a Oracle, com o Oracle Cloud Office, a Microsoft, com a suíte BPOS (Business Productivity Standard Suite), entre outros. Explorando o exemplo da Microsoft, já é possível utilizarmos tecnologias como o Exchange Online, SharePoint Online, Office Communications Online e Office Live Meeting, com uma necessidade de instalação e configuração on-premises mínima, à um custo muito baixo. Para termos uma ideia, é possível ter a suíte completa por apenas US$ 10,00 por usuário.

Essas soluções certamente serão consideradas pelas organizações. E na minha modesta opinião, essa nova forma de oferecimento de serviços, bem como a nova relação de custo-benefício, fará com que tenhamos um grande processo de mudança sobre como o profissional de TI realiza os seus trabalhos, especialmente aqueles que são especialistas em produtos de infraestrutura.

Quais benefícios tornam a nuvem interessante?

Algo que deve ser observado com atenção é a alta utilização dos recursos na nuvem atualmente. Serviços de atualizações de software, como Windows Update, para produtos Microsoft, ou o Yum, para produtos software livre, são bons exemplos. Além disso, tomamos o benefício de uma infraestrutura de e-mail na nuvem há muitos anos, como o Hotmail e o Gmail. Nessa linha de raciocínio, um fato bem interessante aconteceu com um amigo meu, quando ele foi aventurar-se a formatar o computador de sua filha mais nova. Ele pediu para que ela realizasse o backup dos dados dela, antes que formatasse o PC. A resposta dela foi tácita: “Não tenho nada para fazer backup!”. E ele questionou: “Mas como assim? E seus e-mails, seus arquivos, suas fotos, etc?”. Ela respondeu com a naturalidade dessa geração totalmente ligada em tecnologia: “Pai, está tudo na Internet! Não salvo nada no meu PC.”.

A TI deverá se adaptar à realidade da nuvem. A nova forma de oferecimento das soluções torna a nuvem um atrativo interessantíssimo, com a possibilidade de reduções drásticas de custos com mão-de-obra e infraestrutura. O grande exemplo que podemos citar, é como era altamente rentável ter uma locadora de filmes em fitas, nos anos 80. A tecnologia evoluiu (Blu-Ray, DVD), mas o grande diferencial foi o formato no oferecimento do serviço. Hoje é possível alugar o filme direto da Internet, fazendo com que a forma de trabalho, inevitavelmente, seja diferente. Ou seja, a locadora ainda existe, mas está se adaptando à nova realidade.

Hoje, as soluções baseadas na nuvem se apoiam em três pilares: SaaS – Software as a Service ou Software como Serviço, PaaS – Platform as a Service ou Plataforma como Serviço, e IaaS – Infraestructure as a Service ou Infraestrutura como Serviço.

O SaaS á utilização de um serviço padrão que é oferecido na nuvem, como por exemplo, o Microsoft Exchange Online. Não se tem conhecimento de qual é a infraestrutura disponível para o serviço. Ele é apenas contratado e utilizado, de uma forma padrão. Somente em casos específicos, como por exemplo, para organizações que utilizam mais de 5.000 contas no Exchange Online, uma infraestrutura especifica é dedicada ao serviço.

O PaaS é já voltado para aplicações customizadas que necessitamos executar na nuvem. Contrata-se uma “área” para processamento da aplicação, bem como para armazenamento. A grande vantagem é que podemos ter flexibilidade nesse modelo para aplicações que possuem um período de processamento ou de utilização de banda sazonais, como um site para divulgação de resultados para vestibulares. Por exemplo, na medida em que é necessário um aumento no processamento para aplicação, contrata-se o poder de processamento adicional oferecido para a mesma. Quando a aplicação volta ao seu período de utilização normal, volta-se também para a configuração de processamento original. O Windows Azure o SQL Azure são exemplos de soluções PaaS, que a Microsoft oferece.

Já o IaaS, é o oferecimento de uma infraestrutura completa para a alocação do ambiente on-premises atual. De uma forma simplória, é como se estivesse sido montado um cluster para máquinas virtuais, onde podemos hospedar as nossas VMs. A grande diferença é que o cluster é administrado pelo provedor do serviço, e não mais pela organização. A Microsoft também disponibiliza uma solução IaaS com o Windows Azure. Outro modelo é o oferecimento de uma infraestrutura padrão para a organização. O Windows Intune é um exemplo disso, uma solução baseada em computação de nuvem que simplifica a forma como as empresas gerenciam e protegem seus PCs com Windows.

Essas soluções acabam mudando completamente a visão de como as organizações irão provisionar os seus investimentos para a TI. Um exemplo gritante é com relação aos custos baixos na adoção do BPOS, ou até mesmo a implantação de um sistema CRM funcional, no Windows Azure, à US$ 200,00 mensais. Isso se torna um grande atrativo para as organizações, e isso impulsiona a demanda por SaaS, PaaS e IaaS.

E não podemos esquecer o aumento da disponibilidade do acesso à Internet, em altas velocidades. Na medida em que isso evolui, a nuvem vai se tornando mais atrativa. Chegaremos a um momento que, dependendo do modelo da organização, basta o funcionário ter uma banda larga para utilizar os serviços de TI. A independência física torna-se evidente. E vale lembrar que os investimentos aqui no Brasil em Internet banda larga estão cada vez mais altos, e a custos relativamente baixos.


Quais são os riscos?

Mas é seguro? Qual é a disponibilidade? Quais são as responsabilidades em caso de não cumprimento do oferecimento do serviço? Qual é o grau de confidencialidade da informação? Essas são as questões mais frequentes, com relação às soluções na nuvem. Até é possível respondê-las, mas são poucos os cases relacionados com o “acontecimento do fato”. Isso, inevitavelmente, gera certa desconfiança por parte do mercado.

O próprio contrato de adesão ao serviço já trata dessas questões, deixando as regras às claras. Basta à organização, no momento da contratação, avaliar se o risco é válido ou não para o negócio. Agora, como será o comportamento do provedor de serviço no caso de uma crise, uma guerra, por exemplo, ainda não temos como responder. Mas as ações estão sendo tomadas exatamente para que essas questões não sejam impedidores para adoção da solução. O próprio amadurecimento da solução fará com que essas dúvidas sejam sanadas. Basta lembrarmos que já usamos a nuvem para o armazenamento do dinheiro, quando utilizamos uma instituição bancária.

E para os mais céticos e desconfiados, é possível até trabalhar com um appliance para soluções baseadas na nuvem. A Microsoft, com Windows Azure, oferece essa solução hospedagem local na organização, onde ela se responsabiliza pela administração e manutenção. É outra forma de visualizar o IaaS. Mas mesmo assim, ainda modifica substancialmente a forma de trabalho atual do profissional de TI. Em suma: mesmo com os riscos e dúvidas, é inevitável não visualizar a nuvem como uma possível solução. Qual a porcentagem de uso de soluções na nuvem é a principal dúvida.


O profissional de TI e a nuvem

Durante um evento ministrado pela Microsoft em meados desse ano, sobre soluções na nuvem, a seguinte questão foi levantada: “A minha Empresa possui um corpo técnico altamente qualificado e certificado, com vários, MCSEs, MCITs, MCITPs, LPIs, OCPs, CCNAs, CCNEs, etc. Como vou alocar esses profissionais, com a nova visão de computação na nuvem? O que faço com eles?”. Essa eu considero como a questão que realmente coloca o dedo na ferida. A forma de trabalhar desses profissionais terá que ser diferente, inevitavelmente. Não adianta tentarmos fingir que tudo ficará como é, e usar belos slogans como, “vocês vão ter condições de oferecer as soluções a uma gama muito maior de clientes, e consequentemente, aumentar suas vendas e lucratividade”. Mas e os profissionais de TI? A pergunta anterior é totalmente pertinente.

Eu já ouvi muitas pessoas, tranquilamente, usarem do seguinte argumento: “Mas essas soluções não serão adotadas com muita rapidamente, demorarão muitos anos para isso ser uma realidade”. Isso não deixa de ser uma realidade. A velocidade da adoção das soluções na nuvem, pelo mercado, é que irá ditar o futuro dos profissionais de TI, principalmente aqueles trabalham direta ou indiretamente com infraestrutura. Mas vejam o exemplo na prática: se voltássemos no tempo, para o início o final de 2008 e início de 2009, e falássemos de uma solução na nuvem para o Exchange, decente, diga-se de passagem, como sendo uma realidade imediata, muitos duvidariam. Mas a realidade está aí. O Exchange está sendo oferecido na nuvem, com um funcionamento muito bom, a um custo muito baixo. De uma forma muito rápida a solução surgiu e o mercado está aceitando-a. E isso estamos falando de somente SaaS. E como dito anteriormente, as soluções para PaaS e IaaS já estão disponíveis. É apenas uma questão de tempo para que a forma de trabalho ou função do profissional de TI mude.

 


Consultoria e pré-venda

Diante o novo cenário, da mesma forma que o profissional deverá se adaptar, novas oportunidades surgirão. E uma, dessas oportunidades, é a consultoria com as novas soluções baseadas na nuvem. Mesmo com todo o amparo e facilidades que os fabricantes oferecem para o deploy das soluções, o conhecimento de um profissional de TI é imprescindível. E mais, será fundamental o mapeamento sobre quais soluções que estão disponíveis no mercado darão aderência, diante as regras de negócio e necessidades da organização.

Uma grande porta se abre com essas novas soluções: é necessário um planejamento completo para que a organização entre para o mundo da nuvem. Ou seja, após a definição das possíveis soluções que a organização possa adotar, deve ser criado o plano de migração, se existirá ou não a coexistência com o ambiente on-premises, como deverá ser o retorno para uma solução on-premises em uma situação normal, como será o retorno para o ambiente on-premises em uma situação de crise, uma guerra, por exemplo, e outras. E todas essas etapas dependem do um bom profissional de TI para planejá-las e implementá-las.

Outro ponto é o grande aumento no volume de clientes potenciais que irão surgir. O caso do Exchange Online é clássico. Antes dele, era praticamente impossível imaginarmos como viável a implantação para uma empresa de pequeno porte, com um escritório de contabilidade ou advocacia. Ou seja, se uma empresa trabalhava com um share de 4.000 contas de usuários de Exchange on-premises, provavelmente trabalhará com 60.000, ou até mais. Isso fará com que exista certa demanda para a administração desse novo volume de clientes. Vale lembrar que teremos soluções SaaS, PaaS e IaaS. Mesmo com toda a infraestrutura disponibilizada pelo provedor de serviços, ainda haverá essa demanda.

Outra oportunidade será com relação ao especialista que apoia as vendas para essas soluções. Elas ainda necessitam um grau de conhecimento técnico peculiar, que mesmo os mais experientes vendedores, terão dificuldades para visualizar o projeto da solução como um todo. E essa oportunidade é de total domínio dos profissionais de TI voltados para conhecimentos técnicos. E essa é uma grande oportunidade, pois o poder de venda não é mais restrito ao seu limite geográfico. A solução está na nuvem e o oferecimento é mundial. Essa poderá, sem dúvidas, ser uma grande oportunidade para os profissionais de TI.

Vejo essa oportunidade como um divisor de águas: antigamente, você era o piloto do caça de guerra. Hoje, você será o chefe da missão. Ou seja, mandará nos caças!


Especialista em soluções on-premises nos grandes provedores de soluções

As soluções que estamos acostumados a trabalhar no ambiente on-premises ainda continuarão existindo, mas através do seu oferecimento na nuvem. Isso nos leva à conclusão de que ainda haverá mercado de trabalho nos grandes provedores de serviços na nuvem. Mas isso não significa que haverá uma simples transformação, onde quem trabalha com as soluções on-premises irá naturalmente mudar e trabalhar nos grandes provedores. Muito pelo contrário, esse mercado será acirradíssimo, e somente os melhores conseguirão essas oportunidades.

Então, a dica que posso passar é que haverá a oportunidade, mas certamente ela não será a mais cômoda. O profissional que almeja no trabalho nesses grandes provedores deverá entender muito das soluções, tecnicamente falando. Creio que esse profissional terá uma remuneração bem interessante, sem comprados com os salários praticados atualmente. Podemos lembrar um caso prático: os desenvolvedores COBOL. Muitos condenaram o COBOL, mas o mesmo ainda permanece firme e forte em muitos sistemas. Mas existem muitos “coboleiros” no mercado? Não, mas os que existem, de uma forma geral, conhecem muito e faturam uma boa grana. Creio que algo parecido poderá acontecer com o advento das soluções na nuvem.

Outro fator de relevância será o possível aumento da participação de mercado dos provedores de soluções na nuvem. Consequentemente, novas oportunidades surgirão nesses provedores. Mas essas oportunidades terão muita concorrência, pelo menos no início.


Segurança

A área de segurança deverá também ter mudanças com a computação na nuvem. Mas mesmo com essas mudanças, sua importância continuará evidente. Basta analisarmos as situações que os especialistas em segurança deverão trabalhar, como por exemplo, como tratar a segurança para os desktops virtuais na nuvem. Outro detalhe é com relação à importância do link de Internet para que a organização. Se acontecer algum tipo de gargalo, situações horríveis poderão ocorrer.

Os ataques DoS e DDoS também deverão ser trabalhos. A confidencialidade das informações, tanto na transmissão quanto no armazenamento, também deverá ser tratada. Ou seja, a Infraestrutura de Chave Publica (Public Key Infraestructure – PKI) terá uma grande importância nesse processo.

Creio que a segurança da informação pode ser uma boa alternativa para essa nova onda.


Conformidade com normas e boas práticas

Esse é um caminho sem volta para a TI. A partir do momento que a TI visualizou que é necessária se profissionalizar e organizar, essa necessidade está em ascensão. E com a computação na nuvem isso não será diferente. A conformidade com normas, como SOX ou ISSO, boas práticas, como ITIL ou COBIT, sempre serão necessárias e cobradas.

A conformidade é também um mecanismo dos provedores de serviços na nuvem garantirem que estão atendendo os criteriosos mecanismos dispostos no mercado. A própria Microsoft possui politicas severas de auditoria e de qualidade com os Datacenters dos serviços online. E a partir do momento que a organização começa a tomar proveito dos serviços na nuvem, a conformidade deverá ser adaptada para a nova realidade.

A simples questão de tratamento do serviço, numa situação de indisponibilidade aguda, como o 11 de Setembro, pode ser umas das abordagens das normas e boas práticas, voltado para a computação na nuvem. Portanto, ser especialista em conformidade com normas ou boas práticas, não fará mal algum.


Virtualização

Digo o mesmo para virtualização, o que foi dito para conformidade: é um caminho sem volta. Esse jeito de voltar ao terminal burro de uma forma elegante, na era PC, estará em alta – pelo menos por enquanto. Um mínimo de infraestrutura on-premises ainda existirá, pelo menos no início, por exemplo, para gerenciarmos as identidades locais e integra-las com a nuvem.

Além disso, a virtualização ainda existe na nuvem. Basta vermos o caso do IaaS. Teremos máquinas virtuais sendo executadas, e essas poderão ser administradas por uma equipe além do provedor de serviços online. Creio que essa demanda continuará em alta e vale à pena se especializar, mesmo nessa nova realidade.


Engenharia de rede e conectividade

A engenharia de rede sempre será um pilar forte para se apoiar. Para a computação em nuvem funcionar, dependemos de uma infraestrutura básica: a Internet. E as organizações serão muito mais dependentes da Internet do que no passado. E notamos isso a cada dia que passa. Não precisaríamos nem entrar no mérito de uma situação futurística. Já vivemos essa realidade.

E essa dependência da Internet, nos remete a uma situação muito clara: temos uma largura de banda finita. Com isso, novas soluções deverão ser desenvolvidas para solucionar esse problema. E outra situação também é clara: conforme o mercado dos grandes provedores de serviços aumenta, a infraestrutura dos mesmos deverá ser readequada para isso. Será que eles vão suportar o “tranco”? E se o futuro demonstrar que, mesmo os grandes provedores, não conseguem entregar os serviços com qualidade, quando o volume estiver gigantesco, pode ser que um novo mercado se abra.

Outro detalhe a ser considerado serão as aplicações que necessitam de qualidade de serviço. Isso também deverá ser trabalhado e tratado pelos engenheiros. A saturação da banda impactará diretamente nisso. Portanto, desafios não faltarão nesse mercado, e consequentemente, as oportunidades continuarão abertas.


Mercado acadêmico e desenvolvimento

Já que estamos falando sobre desafios, o mercado acadêmico está aí para isso. Isso implica que sempre há oportunidades abertas nas Universidades, e hoje, ainda é mais simples tratar de uma tese de doutorado para TI, do que para Matemática. Sei que vocês devem estar pensando que isso é bem restrito, mas não podemos esquecer que é uma opção. O perfil é muito diferente do que quem trabalha no mercado corporativo, mas não deixa de ser alternativo.

E desenvolvimento? Sim, desenvolvimento, por que não? É uma alternativa, mas para quem tem o dom de desenvolver. É sim uma alternativa, apesar de muitos estarem pensando: “Mas aí estou trocando de área”. Mas a mensagem sucinta que quero deixar, é que você tenha o feeling de analisar o futuro e verificar o quão adaptativo pode ser. Trocar de carreira, mas dentro da TI, pode ser uma alternativa.

E aí, você está preparado para ser o surfista da vez?

Carlos Monteiro.

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4 Respostas to “Cloud Computing: como sobreviver a essa nova onda?”

  1. Sandrigo Leal de Oliveira Says:

    Olá Carlos, beleza? Muito interessante esse assunto, só que para mim é novidade, fiquei meio que “boiando” quando li, ehehe.
    Ainda preciso pesquisar mais sobre essas novas tecnologias.
    Seria praticamente um local (on-line) onde nós usuários e empresas poderiam guardar seus dados, como se fosse seu HD ?
    Foi mais ou menos isso que entendi.

    Grande abraço.
    Sandrigo.

    • carlosedmonteiro Says:

      É bem por aí. Mas não se restringe somente ao armazenamento. Estamos tratando como o uso dos serviços mesmo. Vulgarmente falando, é como se não dependessemos mais de instalação local para ter um certo serviço. Um exemplo que gosto de usar é com relação à energia elétrica: não precisamos atualmente ter uma hidrelétrica dentro da nossa casa (ou na empresa) para gerar energia. Simplesmente compramos e pagamos pelo consumo. E é isso que caminha a área de TI.
      Abraços.

  2. William Says:

    Interessante Carlos, realmente é uma nova condição técnica e comercial do mercado que devemos nos adaptar, no entanto, isso levará muito tempo, com certeza.

    Ótimo artigo! Parabens.

    abs.

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