Archive for abril \29\UTC 2011

No Ar o beta do Office 365!

abril 29, 2011

 

Araraquara (em ritmo de final de semana). Boas notícias! Esta no ar o Beta Público do Office 365. E minha conta está ativa.

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Vou começar elaborar alguns posts técnicos bacanas para vocês, mas antes disso, vou publicar uns posts que fiz sobre Office 365 com embasamentos teóricos. Só não vou acelerar muito a coisa, pois estou a mil por hora no trabalho, pós e na atualização das minhas certificações.

Mas prometo já publicar algo na próxima semana.

Abraços,

Carlos Monteiro.

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Quais os passos necessários para a transição do BPOS para o Office 365?

abril 20, 2011

 

Office 365 – a evolução de um serviço existente, o BPOS

Como muitos sabem, BPOS é a oferta corrente da Microsoft sobre “Software as a Service” ou “Software como Serviço”. O Office 365 é um “parente” do BPOS. Podemos dizer que é um “rebrand”. A grande diferença está em ele ser uma nova oferta, como novos recursos, novas formas de oferta e significativas mudanças de arquitetura. Essa mudança na arquitetura é muito clara quando abordamos quais versões os serviços do Office 265 são hospedados, visto que o Exchange é o 2010, o SharePoint é o 2010 e a mensageria é pelo Lync 2010.

E essa arquitetura é totalmente “multitenant”. Isso quer dizer que existirá uma partição virtual, com dados e configurações, para as instâncias do Office 365. Essa é uma grande evolução perante o BPOS, pois, por exemplo, certos serviços possuem problemas de performance, como protocolo IMAP, pela arquitetura anterior não ser “multitenant”.

Ou seja, o serviço que será oferecido para os clientes é o mesmo, porém com essas melhorias e evoluções. Essa é a característica do SaaS, onde quando uma nova tecnologia é disponibilizada para o cliente, o mesmo começa a tomar proveito da mesma sem ter que realizar migrações de dados e migrações de aplicações, na parte de servidores.

Papéis e responsabilidades na transição

Durante o processo de transição para o Office 365, algumas tarefas serão de responsabilidade da Microsoft e outras do Cliente, preferencialmente sendo executada junto com o parceiro de suporte indicado na venda do BPOS. De uma forma sucinta, podemos resumi-las da seguinte forma:

Microsoft

– Deixar os clientes informados;

– Propor a agenda de mudanças;

– Prover informação e direcionar os passos da transição;

– Realizar todas as mudanças nos datacenters;

– Providenciar um fluxo de e-mail ininterrupto;

– Migrar todos os dados.

Cliente:

– Responder à proposta de agenda de mudanças;

– Comunicar e treinar o usuário final;

– Atualizar / instalar os softwares nas estações de trabalho, se aplicável;

– Opcional: realizar o deploy do papel ADFS e instalar o Exchange Server 2010 com a função CAS.

Essa função do ADFS e do Exchange Server 2010 CAS é obrigatória caso o ambiente tenha uma Rica Coexistência com o Exchange Online, ou deseje a Federação de Identidade. Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte 3.

De uma forma resumida, a Microsoft será responsável pelas mudanças na nuvem, e o cliente será responsável pelas mudanças em seu site físico.

Timeline e disponibilidade

O processo de deploy do Office 365 será baseado no seguinte timeline:

1 – Beta: quarto semestre de 2010;

2 – Disponibilidade geral (GA – General Availability) – em 2011;

3 – Pilotos, logo após o GA;

4 – *Transição disponível ;

5 – *Finalização da transição.

*OBS – o cliente terá um período de 12 meses para que a transição seja realizada.

Após esse processo, cliente estará migrado de BPOS para Office 365.

Principais áreas de mudanças

Muitas áreas terão mudanças com o Office 365. Como um resumo global dessas mudanças, podemos citar:

– novos recursos;

– novas formas de venda / ofertas;

– descontinuidade do SharePoint Online Deskless Worker;

– substituição do Live Meeting pelo Lync;

– troca do OCS cliente para o Lync client;

– mudanças nos pré-requisitos de sistema;

– novas funções / experiências com o portal;

– novas URLs para os portais e para o OWA;

– Services Connector substituindo o Client Sign-in;

– Federação de Identidade (opcional);

– Rica Coexistência com o Exchange 2010 (também opcional).

Alteração nos requerimentos de sistema

Alguns requisitos de sistema foram alterados com o Office 365. A lista com as principais mudanças são:

– Outlook 2003 não será mais suportado;

– Internet Explorer não será mais suportado;

– Office Communicator R2 2007 não será mais suportado;

– BPOS Client Sign-In não será mais utilizado;

– Adoção do Online Service Connector.

Além disso, os novos requerimentos de sistema são:

Sistema Operacional:

– Windows® 7;

– Windows Vista® SP2;

– Windows® XP SP3 with RPC over HTTP patch;

– Windows XP Home Edition é suportado, nas sem federação;

– Windows XP Media Center Edition é suportado, mas sem federação;

– Mac OS X 10.4 (Tiger), 10.5 (Leopard), 10.6 (Snow Leopard).

Sistema:

– Microsoft .NET Framework 2.0;

– Java client 1.4.2 (para Machintosh OS X).

Clientes Office:

– Microsoft Office 2010 or Office 2007 SP2;

– Office 2008 for Mac and Entourage 2008 Web Services Edition;

– .NET 2.0 or later;

– Microsoft Communicator “14”;

– Mac Messenger 9.

Browser – Microsoft Online Portal

– Microsoft Internet Explorer® 8;

(Windows XP)

– Internet Explorer 7 or later;

(Windows Vista and Windows 7)

– Mozilla Firefox 3.x;

– Apple Safari 3.x.

Browser – OWA

– Internet Explorer 7 or later;

– Firefox 3 or higher;

– Safari 3 or higher on Macintosh OS X 10.5;

– Chrome 3 and later versions.

Browser – OWA Light

– Internet Explorer 5.5 or later;

– Firefox 2 or higher;

– Safari 3 or higher ;

– Opera.

Client Applications

– Microsoft Online Services Connector.

É realmente necessário migrar os meus clientes para o Office 2010, após a transição para Office 365?

Um dos pontos frequentes de questionamento é sobre qual a versão correta de cliente que devo utilizar com o Office 365. A resposta é Office 2010. Com ele, muitos recursos adicionais estarão disponíveis. Isso se deve ao fato do Office 365 ser baseado em servidores da família 2010. A lista abaixo (em Inglês) trás essas informações:

Comunicações Unificadas:

– Share an Office application with others in one click;

– See presence and contact others from within your shared document with IM or voice;

– See voice mail transcripts and faxes right in your inbox.

Business Intelligence:

– Consolidate & quickly analyze and vast amounts of data. Share & Refresh powerful BI models in SharePoint.

Colaboração:

– Edit the same document at the same time;

– Use & update SharePoint documents and lists when you’re not connected;

– Quickly broadcast a slideshow right from within PowerPoint

– Avoid sending sensitive mail to the wrong people with help from Mail Tips and keep security a priority with Retention Policy and Automated Policy Application.

Enterprise Content Management:

– Enhance content management with smart templates that populate document metadata;

– Easily access rich client/server capabilities with the Backstage view in Office 2010.

Identidade

Uma das grandes mudanças do Office 365 é com relação à identidade. Atualmente no BPOS o suporte à identidade é feito com credenciais do ambiente online separadas do ambiente on-premises. Com isso, é necessário que seja feito um login para cada sessão que será aberta. Mas muitos perguntam: mas não temos o DirSync com o BPOS? Temos, mas não há federação. O que há é somente uma replicação de objetos do ambiente on-premises para a nuvem.

Já no Office 365, é possível termos um ambiente com federação, ou seja, podemos realizar login na nuvem com as credenciais corporativas, suportando autenticação “2 factor”. Para isso, é necessário realizar o deploy do ADFS 2.0 no ambiente on-premises.

Vale lembrar que essa configuração com federação é opcional, o que significa que o cliente não é obrigado a adotar a autenticação via federação.

Overview do processo de transição com suas respectivas comunicações

Eis um overview da transição e suas respectivas comunicações:

– Iniciar as comunicações de transição (“Plano Inicial”): Outubro de 2010;

– Planejar e preparar: em andamento;

– Agendamento da transição: 2011;

– Contagem final, lembretes e orientação: por agendamento;

– Transição: por agendamento;

– Tarefas pós-transição: por agendamento.

Durante o esse processo, o agendamento da solução será um processo que conterá múltiplas fases. Em um primeiro momento, a Microsoft obterá o feedback dos clientes através dos times de contas e do suporte. Na sequencia, será proposto o agendamento da transição através de e-mail, no produto e pelo time da conta. O cliente poderá ou não aceitar a data da transição, podendo ser renegociada, via suporte, time de conta ou MOAC. Após a aceitação da data da transição, ela ocorrerá em um final de semana (48 horas).

Avaliação do Office 365 para clientes existentes

Para os clientes que possuem o BPOS não haverá conversão de clientes durante o Beta. Da mesma forma, eles não poderão converter para Office 365, mesmo que seja para o Beta. No plano piloto, alguns clientes (um pequeno grupo, para ser honesto) serão usados para converter para Office 365. Obviamente, os dados serão preservados nessa transição.

Preços, licenciamento e ofertas

A forma de venda do Office 365 será bem diferente com relação ao BPOS. Mas a diferença não está no processo em si (compra pelo site, pagamento por cartão ou boleto, etc), mas na quantidade de possibilidades de compra. Todas as assinaturas ativas serão migradas para o respectivo plano no Office 365, não alterando os termos de licenciamento, contratos, status da conta, etc. Além disso, cada SKU BPOS irá mapear para uma somente uma SKU do Office 365.

Após a transição, os clientes poderão trocar a sua respectiva assinatura. Vale lembrar que o SharePoint Online Deskless Worker será descontinuado.

Planos do Office 365

Os planos para o Office 365, com relação aos recursos, serão divididos da seguinte forma:

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Figura 1: Planos para o Office 365.

Não entrarei nos valores da solução, pois isso poderá variar e muito, dependendo de cada caso. A única coisa que posso afirmar é que o mesmo valor que o cliente paga pelo BPOS será o valor pago pelo Office 365, com os respectivos serviços equivalentes.

Notem que os planos são divididos em duas famílias: Kioski e Enterprise. Cada suíte com um número superior possui obviamente mais recursos disponíveis que o plano anterior. O recurso de voz, da suíte E4 depende de questões legais para estar disponível no Brasil. Uma novidade relativamente grande, compara com o BPOS, é a possibilidade de uso do Office Professional Plus, no ambiente on-premises (não somente o Office Web Apps). A suíte E3 oferece essa possibilidade.

Transição do Live Meeting para o Lync

Com o Office 365, o Lync Online torna-se a solução de conferência. Após a transição, o Lync Online irá substituir o Live Meeting. Com isso, os clientes poderão usar o Live Meeting somente durante o período de transição. Os clientes deverão remover o add-in do Live Meeting para o Outlook e instalar o add-in para o Lync. Eventos criados no Live Meeting irão persistir, mas as novas reuniões deverão ser criadas no Lync.

Fases da transição

As seguintes fases para a transição serão realizadas:

Planejamento, preparação e plano piloto: estudar, agendar, realizar o deploy dos softwares para os usuários finais, preparar os usuários finais e criar o plano piloto.

Transição: 48 horas para ser executada, com fluxo de e-mail ininterrupto, portal do cliente e de administração temporariamente bloqueados. O SharePoint ficará bloqueado por parte da semana.

Configuração: configurar os computadores e dispositivos para os usuários finais, reconfigurar as aplicações que usam o Exchange Online e configurar os novos recursos e capacidades.

Como será a experiência da transição para administradores, parceiros e usuários finais

Respectivamente para administradores, parceiros e usuários a transição terá os seus efeitos. E esses efeitos poderão ocorrer antes, durante e depois da transição.

Para os administradores, antes da migração, eles receberão as notificações sobre a transição, a data proposta para a migração (podendo ser aceita ou não). Durante a migração o administration center irá somente exibir informações, onde qualquer alteração estará bloqueada. Links serão enviados para que o administrador fique familiarizado com o novo ambiente e com as tarefas pós-transição. Após a transição, os administradores serão redirecionados para o novo portal de administração, além de ter que revisar as informações pós-migração.

Para os parceiros, antes da migração, deverá aprender sobre os recursos do Office 365, bem como será a transição. Estará em cópia das comunicações que serão enviadas para o cliente. Além disso será responsável em assistir o plano do cliente, bem como as áreas de impacto. Após a migração, o parceiro deverá dar suporte para o cliente, conforme necessário, ajudar os clientes a realizar o deploy e configuração do ADFS e da Federação de Identidade. Além disso, deverá realizar ou auxiliar o deploy da Rica Coexistência do Exchange.

Para os usuários finais, antes da migração, deverá ser revisto as informações enviadas pelos administradores, bem como as instruções sobre qualquer instalação de software cliente: Office, Communicator, Live Meeting, Internet Explorer e Service Connector. Durante a transição, os sites do SharePoint serão bloqueados (será liberado somente como leitura), o Outlook e o fluxo de e-mails ficarão funcionamento normalmente, a URL antiga do Outlook irá parar de funcionar e o Active Sync não estará apto a conectar no Exchange Online com as configurações prévias.

Após a transição, os usuários receberão com uma nova página de Sign-in. O cliente de Sign-in deverá ser removido. Os usuários e passwords serão os mesmos. O Outlook e o SharePoint irão funcionar imediatamente, porém o Outlook será reconfigurado automaticamente, mas sem resincronizar o OST e o profile antigo será preservado. As URLs do SharePoint irão ser redirecionadas para as novas. As novas URLs do OWA deverão ser providas pelos administradores. Dispositivos móveis também deverão ser reconfigurados.

Novo deployment vs. transição

A tabela abaixo demonstrada as etapas comparando um novo deployment vs. uma transição:

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Figura 2: Novo deployment vs. transição. A área verde demonstra as etapas de transição.

Cenários de transição de BPOS para Office 365

Os seguintes cenários podem ser aplicados para a transição:

A. Trial existente

São os clientes que possuem um trial do BPOS. Esse ambiente se aplica para os clientes que criam o trial antes de 30 dias da disponibilização global do Office 365, ou tiveram o seu trial estendido.

Para esse cenário, as contas trial não serão migradas. Soluções: compre o BPOS e realize a transição ou aguarda pelo trial do 365, realizando novamente o trial. Os domínios deverão ser removidos do trial antigo do BPOS.

B. Produto comprado, mas fora de produção

São os clientes que compraram o BPOS, mas não colocaram em produção. Esse cenário também é aplicável para os clientes que compraram o BPOS não realizaram somente uma prova de conceito.

Para esse cenário, existem 3 soluções:

1 – pode ser feita a implantação do BPOS e, posteriormente, realizar a transição, conforme descrita nesse artigo;

2 – não realizar a implantação do BPOS. Realizar o beta no estilo “sandbox” do Office 365 (antes da disponibilização geral), atualizar somente a assinatura de BPOS para Office 365 e, finalmente, realizar a implantação do Office 365;

3 – não realizar a implantação do BPOS. Realizar um beta para o ambiente de produção, ou seja, que terá transição. No ato da liberação geral do Office 365, converter o trial para uma assinatura normal (pode ser necessário um novo contrato), e finalmente, realizar a implantação do Office 365.

C. Produto comprado e em produção

São os clientes que compraram o BPOS e que o mesmo está em produção, completamente ou parcialmente. Para esse cenário, basta realizar a transição para Office 365, conforme relatado nesse artigo.

Suporte e recursos adicionais

MOS Technical Support:

– Engenheiros especialmente treinados para a transição;

– Transition Hotline (TBD)

– Atendentes de primeiro nível treinados.

Parceiros:

– Recebe toda a comunicação do cliente em cópia;

– Comunicação e treinamento;

– Conselheiro confiável.

Centro de Transição:

– FAQ;

– Checklist;

– Transition Guide (TBR);

– Forums;

http://www.microsoft.com/online/transition-center.aspx.

Ferramentas:

– Microsoft Assessment and Planning Toolkit;

http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb977556.aspx;

http://www.microsoft.com/online;

http://office365.microsoft.com.

Novos artigos sobre o Office 365

abril 19, 2011

 

São Paulo (dia típico paulistano, com garoa e tudo). Já faz certo tempo que possuo alguns artigos sobre Office 365 prontos. Neles vou abordar diversas situações, como a configuração de Federação, obrigatório para o uso da Rica Coexistência com o Exchange 2010, conforme abordado nesse post, o processo de migração de BPOS para Office 365, a parte de segurança e complience e outras. Para começar, vamos iniciar com o processo de migração de BPOS para Office 365.

Abraços,

Carlos Monteiro.

Office 365–Versão Beta Pública disponível

abril 18, 2011

 

São Paulo (fim de um dia consativo). A versão pública do Beta do Office 365 está disponível. Vocês podem se cadastrar em http://www.microsoft.com/en-us/office365/online-software.aspx, clicando em “Join Beta”. Não sei porque o Brasil ainda não está listado. Fiz o cadastro e pediram para que eu aguarde por até 4 semanas para ativação. Vamos aguardar.

One Comment

abril 8, 2011

 

Ribeirão Preto (sem pressa!). E assim, mais uma onda na TI avança …

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Atualizações para o FOPE–Forefront Online Protection for Exchange

abril 7, 2011

 

Araraquara (mais do mesmo). O Blog do Time de Comunicações Unificadas da Microsoft anunciou algumas atualização para o FOPE – Forefront Online Protection for Exchange. Dentre as atualizações, destacam-se a melhoria na flexibilidade de roteamento de e-mails, novas opções para o tráfego via TLS e redução de falsos positivos. Vale lembrar que o pessoal que usam o Office 365 também tomarão proveito dessas atualizações.

O post com as informações está aqui.

Forefront Online Protection for Exchange Service Update is Now Available!

Julia White

4 Apr 2011 8:38 AM

I’m excited to announce a new release update of our online email protection service Forefront Online Protection for Exchange (FOPE), which makes it easier for customers to manage hybrid email environments. Many of you already know that Forefront is Microsoft’s line of protection, access and identity management products. Microsoft Forefront Online Protection for Exchange is Microsoft’s online email protection service used by millions of users worldwide and placed in the leader’s quadrant in the 2010 Gartner Secure e-mail Gateways Magic quadrant.

Forefront Online Protection for Exchange also provides the email protection solution for the upcoming Office 365 service.

FOPE Release 11.1 Highlights:

With this new 11.1 release of FOPE, customers get additional e-mail routing flexibility, advanced Transport Layer Security options to ensure secure business communication and greater flexibility in spam filtering to help reduce false positives.

Manage your hybrid environments: FOPE 11.1, provides additional e-mail routing flexibility for hybrid scenarios between Exchange Online and on-premises Exchange Server mailboxes. Learn more about how the new FOPE connectors enable “smart-host” capabilities.

Reduce False Positives: You can now set up a trusted mail flow channel with business partners via Skiplisting – a capability that helps reduce False Positives.

Secure your business channel: Multiple new Transport layer security (TLS) options ensure emails always pass via a secure communication channel.

Make it easier for partners to manage your security service: FOPE 11.1 allows your IT Partner to manage and administer FOPE for your organization with the new delegated administration experience. Partners are now also provided a consolidated view of all the companies they manage.

If you are an existing FOPE customer, you are automatically provided these new updates. If you are an Exchange Server customer interested in moving to an online service for protection, I encourage you to learn more about how the full capabilities of Forefront Online Protection for Exchange. You can also find out how customers like International Speedway Corporation and Sunbelt Rentals have benefited from the move to cloud protection with Microsoft.

It is easy to get started with a 30 day Forefront Online Protection trial.

Julia White

Senior Director, Exchange Product Management

Fonte: Blog do Time de Comunicações Unificadas da Microsoft

Abraços,

Carlos Monteiro.

Vinte e um experts definem o que é Cloud Computing

abril 6, 2011

 

Araraquara (Belo dia! Perfeito para um Chopp). Principalmente para os iniciantes em TI, surge sempre aquela pergunta bem simples: “Mas o que é essa tal de Cloud Computing?”. Como já fizeram isso, compartilho com vocês esse artigo da Cloud Computing Journal com vinte e uma definições sobre Cloud Computing. Eu já escolhi a minha preferida. E vocês?

 

Twenty-One Experts Define Cloud Computing

It is the infrastructural paradigm shift that is sweeping across the Enterprise IT world, but how is it best defined?

It is the infrastructural paradigm shift that is sweeping across the Enterprise IT world, but how is it best defined? I refer of course to ‘Cloud Computing’ – the phenomenon that currently has as many definitions as there are squares on a chess-board. To try and narrow it down we bring here a round-up of some recent attempts to bring welcome precision where there risks being unnecessary vagueness. Enjoy!

"What is cloud computing all about? Amazon has coined the word “elasticity” which gives a good idea about the key features: you can scale your infrastructure on demand within minutes or even seconds, instead of days or weeks, thereby avoiding under-utilization (idle servers) and over-utilization (blue screen) of in-house resources. With monitoring and increasing automation of resource provisioning we might one day wake up in a world where we don’t have to care about scaling our Web applications because they can do it alone."
Markus Klems

"For me the simplest explanation for cloud computing is describing it as, ‘internet centric software.’ This new cloud computing software model is a shift from the traditional single tenant approach to software development to that of a scalable, multi-tenant, multi-platform, multi-network, and global. This could be as simple as your web based email service or as complex as a globally distributed load balanced content delivery environment.

I think drawing a distinction on whether its, PaaS, SaaS, HaaS is completely secondary, ultimately all these approaches are attempting to solve the same problems (scale). As software transitions from a traditional desktop deployment model to that of a network & data centric one, "the cloud" will be the key way in which you develop, deploy and manage applications in this new computing paradigm."
Reuven Cohen

"I view cloud computing as a broad array of web-based services aimed at allowing users to obtain a wide range of functional capabilities on a ‘pay-as-you-go’ basis that previously required tremendous hardware/software investments and professional skills to acquire. Cloud computing is the realization of the earlier ideals of utility computing without the technical complexities or complicated deployment worries."
Jeff Kaplan

"People are coming to grips with Virtualization and how it reshapes IT, creates service and software based models, and in many ways changes a lot of the physical layer we are used to. Clouds will be the next transformation over the next several years, building off of the software models that virtualization enabled."
Douglas Gourlay

"The way I understand it, “cloud computing” refers to the bigger picture…basically the broad concept of using the internet to allow people to access technology-enabled services. According to Gartner, those services must be ‘massively scalable’ to qualify as true ‘cloud computing’. So according to that definition, every time I log into Facebook, or search for flights online, I am taking advantage of cloud computing."
Praising Gaw

"The “Cloud” concept is finally wrapping peoples’ minds around what is possible when you leverage web-scale infrastructure (application and physical) in an on-demand way. “Managed Services”, “ASP”, “Grid Computing”, “Software as a Service”, “Platform as a Service”, “Anything as a Service”… all terms that couldn’t get it done. Call it a “Cloud” and everyone goes bonkers. Go figure."
Damon Edwards

"There sure is a lot of confusion when it comes to talking about cloud computing. Yet, it does not need to be so complicated. There really are only three types of services that are cloud based: SaaS, PaaS, and Cloud Computing Platforms. I am not sure being massively scalable is a requirement to fit into any one category."
Brian de Haaff

"SaaS is one consumer facing usage of cloud computing. While it’s something of a semantic discussion it is important for people inside to have an understanding of what it all means. Put simply cloud computing is the infrastructural paradigm shift that enables the ascension of SaaS."
Ben Kepes

"The ‘cloud’ model initially has focused on making the hardware layer consumable as on-demand compute and storage capacity. This is an important first step, but for companies to harness the power of the cloud, complete application infrastructure needs to be easily configured, deployed, dynamically-scaled and managed in these virtualized hardware environments."
– Kirill Sheynkman

"I was chatting with a customer the other day who was struggling with some of the implications of cloud computing. The analogy that finally made sense to them is what I will call ‘cloud dining.’ I am the cook in the house and I am tasked with feeding the family. If my 10-year old is lobbying for Italian, I am cook at home or order out. The decision may also vary from day to day. For instance, I might not have all the ingredients and have to order out, or, like this weekend, it may be 103 outside and cooking at home is not all that appealing. Now, the same can be said for supporting a given application in a cloud computing environment.
In a fully implemented Data Center 3.0 environment, you can decide if an app is run locally (cook at home), in someone else’s data center (take-out) and you can change your mind on the fly in case you are short on data center resources (pantry is empty) or you having environmental/facilities issues (too hot to cook). In fact, with automation, a lot of this can can be done with policy and real-time triggers. For example, during month end processing, you might always shift non-critical apps offsite, or if you pass a certain cooling threshold, you might ship certain processing offsite."
Omar Sultan

"Cloud computing overlaps some of the concepts of distributed, grid and utility computing, however it does have its own meaning if contextually used correctly. Cloud computing really is accessing resources and services needed to perform functions with dynamically changing needs. An application or service developer requests access from the cloud rather than a specific endpoint or named resource. What goes on in the cloud manages multiple infrastructures across multiple organizations and consists of one or more frameworks overlaid on top of the infrastructures tying them together. The cloud is a virtualization of resources that maintains and manages itself."
Kevin Hartig

"Clouds are vast resource pools with on-demand resource allocation. The degree of on-demandness can vary from phone calls to web forms to actual APIs that directly requisition servers. I tend to consider slow forms of requisitioning to be more like traditional datacenters, and the quicker ones to be more cloudy. A public facing API is a must for true clouds.
Clouds are virtualized. On-demand requisitioning implies the ability to dynamically resize resource allocation or moving customers from one physical server to another transparently. This is all difficult or impossible without virtualization.
Clouds tend to be priced like utilities (hourly, rather than per-resource), and I think we’ll see this model catching on more and more as computing resources become as cheap and ubiquitous as water, electricity, and gas (well, maybe not gas). However, I think this is a trend, not a requirement. You can certainly have clouds that are priced like pizza, per slice."
Jan Pritzker

"Cloud computing is … the user-friendly version of grid computing."
Trevor Doerksen

"Most computer savvy folks actually have a pretty good idea of what the term "cloud computing" means: outsourced, pay-as-you-go, on-demand, somewhere in the Internet, etc."
Thorsten von Eicken

"In order to discuss some of the issues surrounding The Cloud concept, I think it is important to place it in historical context. Looking at the Cloud’s forerunners, and the problems they encountered, gives us the reference points to guide us through the challenges it needs to overcome before it is adopted."
Paul Wallis

"I would like to propose a ‘Cloud Pyramid’ to help differentiate the various Cloud offerings out there. [At the top of the pyramind] users are truly restricted to only what the application is and can do. Some of the notable companies here are the public email providers (Gmail, Hotmail, Quicken Online, etc.). Almost any Software as a Service (SaaS) provider can be lumped into this group.
As you move further down the pyramid, you gain increased flexibility and control but your a still fairly restricted to what you can and cannot do. Within this Category things get more complicated to achieve. Products and companies like Google App Engine, Heroku, Mosso, Engine Yard, Joyent or force.com (SalesForce platform) fall into this segment.
At the bottom of the pyramid are the infrastructure providers like Amazon’s EC2, GoGrid, RightScale and Linode. Companies providing infrastructure enable Cloud Platforms and Cloud Applications. Most companies within this segment operate their own infrastructure, allowing them to provide more features, services and control than others within the pyramid."
Michael Sheehan

"The web fanatics and blogosphere would have you believe that all applications will move to the web. Some will, most will not. Reliability, scalability, security, and a host of other issues will prevent most businesses from moving their mission critical applications to hosted services or cloud based services. The risk of failure is too great.

Amazon is the leader in cloud based services, but even Amazon has experienced down times for its own business. Cloud services will continue to improve. But my guess is the uptake will take longer than most people predict."
Don Dodge

"Today’s combination of high-speed networks, sophisticated PC graphics processors, and fast, inexpensive servers and disk storage has tilted engineers toward housing more computing in data centers. In the earlier part of this decade, researchers espoused a similar, centralized approach called "grid computing." But cloud computing projects are more powerful and crash-proof than grid systems developed even in recent years."
Aaron Ricadela

"When virtualizing applications to be used by people who care nothing about computers or technology – as is mostly the case with Clouds – the key thing we want to virtualize or hide from the user is complexity. Most people want to deal with an application or a service, not software. … The more intelligent we want [computers and computer applications] to be – that is, intuitive, exhibiting common sense and not making us have to constantly take care of them – the more smart software it will take. But with cloud computing, our expectation is that all that software will be virtualized or hidden from us and taken care of by systems and/or professionals that are somewhere else – out there in The Cloud."
Irving Wladawsky Berger

"I view cloud computing as a broad array of web-based services aimed at allowing users to obtain a wide range of functional capabilities on a ‘pay-as-you-go’ basis that previously required tremendous hardware/software investments and professional skills to acquire. Cloud computing is the realization of the earlier ideals of utility computing without the technical complexities or complicated deployment worries."
Ben Kepes

"Cloud computing really comes into focus only when you think about what IT always needs: a way to increase capacity or add capabilities on the fly without investing in new infrastructure, training new personnel, or licensing new software. Cloud computing encompasses any subscription-based or pay-per-use service that, in real time over the Internet, extends IT’s existing capabilities."
Bill Martin

Fonte: http://cloudcomputing.sys-con.com/node/612375?page=0,0

IEEE desaja guiar os padrões para Cloud Computing

abril 6, 2011

 

Araraquara (100% adaptado!) ONE COMMENT: Ainda acho que está longe de ser suficiente, mas já é alguma coisa.

 

IEEE hopes to drive cloud computing standards

Matéria da ComputerWorld em http://www.computerworld.com/s/article/9215461/IEEE_hopes_to_drive_cloud_computing_standards

By Mikael Ricknäs

April 4, 2011 08:41 AM ET

IDG News Service – Standards organization IEEE has decided to get involved in cloud computing, starting with two development projects related to cloud interoperability, it said on Monday.

The current state of cloud computing is comparable to the nascent Internet, according to IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers). Cloud computing is primed for explosive growth, but "without a flexible, common framework for interoperability, innovation could become stifled, leaving [users] with a siloed ecosystem," the organization warns in a statement.

As part of its cloud push, IEEE has started two working groups, P2301 and P2302, which will look at a wide variety of areas. The P2301 Work Group will work on standardizing cloud portability and management, using a number of file formats and interfaces. While the P2302 Work Group will focus on cloud-to-cloud interoperability and federation. It will, for example, work on standardizing gateways that can handle data exchange between clouds.

In general, standardization in the cloud computing area is an extremely good thing, because it will allow enterprises to use cloud computing more effectively and with more confidence, David Bradshaw, research manager of European SaaS and cloud services at IDC.

However, since cloud computing is still in its infancy, there is also a risk that defining how things should work in detail could have an opposite effect and stifle innovation, according to Bradshaw.

A plethora of organizations are working to standardize cloud computing. Even the European Commission has gotten involved.

Bradshaw said the hope is that they all have the good sense to work together and avoid different islands of standards. The platform level is the area where the need for standardization is most urgent, allowing companies to move workloads from one cloud vendor to another, he said.

The IEEE’s Cloud Computing Initiative is chaired by EMC’s Steve Diamond and the working groups are chaired by David Bernstein, managing director at the consultancy firm Cloud Strategy Partners.

Fonte e direitos autorais: http://www.computerworld.com

E as “Clouds” vão se multiplicando indiscriminadamente

abril 5, 2011

 

Ribeirão Preto (no ar, eu acho…). É engraçado notar os comportamentos dos fabricantes e das empresas de TI, sempre que uma onda sobre uma determinada tecnologia surge. Todos começam a dizer que fazem rapidinho! E no caso de computação na nuvem ou cloud computing, como queiram, o mesmo aconteceu. Muitas páginas de empresas que já trabalhavam com soluções de hospedagens ou que estavam relacionadas com o oferecimento de serviços na Internet, simplesmente colocaram o slogan que “estão na nuvem”.

Isso me irrita! Agora todo mundo está na nuvem! As mesmas empresas que oferecem um serviço que os usuários/empresas reclamam, com baixa qualidade, com quedas e “downtimes” intermináveis, não respeitando os seus respectivos “SLAs”, agora não estão mais servindo “hosting”, “colocation” ou “e-mail”. Agora estão oferecendo “public cloud”, “private cloud” e “SaaS”. E sem mudar nada. Tudo igualzinho, inclusive a péssima qualidade dos serviços oferecidos. O lance é: “Põe cloud no nome que vende!”. Infelizmente, temos que lidar com essas situações complicadas na área de TI.

Isso me lembra muito a bolha das empresas “.com”, no final dos anos 90 e início de 2000. Não que a nuvem seja uma bolha, mas essa banalização do termo ou da tecnologia pode ser sim. No meu humilde entender, quando uma empresa escolhe a troca de um serviço “on-premises” para um serviço na nuvem, os fatores que ela esta buscando é exatamente qualidade, disponibilidade, segurança, confidencialidade, redundância (geográfica claro) a um preço muito mais vantajoso e com a entrega desse serviço com melhor qualidade, respeitando os “SLAs”, sem reduzir a usabilidade ou a experiência do usuário final. Muito pelo contrário, o que ela que é melhorar isso.

E tudo isso auditado e com políticas de privacidade bem definidas. E com as regras do jogo claras sobre quando uma informação poderá ser acessada por um terceiro, por exemplo, o governo. Ah, e sem esquecer a questão de uma “subida para nuvem” de forma transparente, segura, sem traumas. Com base nisso, o cidadão escolhe ou não ir para a nuvem. Simples? De forma alguma! Por isso, tome muito cuidado na escolha.

Mas enfim, temos o livre arbítrio. Portanto, cuidado com o que oferecem de nuvem para a sua organização, porque no fundo, pode se tratar daquele mesmo serviço ruim, em uma infraestrutura de galinheiro, mas com uma bela maquiagem, e é claro, e um nome “something cloud”. Aí, a “cloud” provavelmente vai ser uma decepção. E pode custar a sua cabeça!

Abraços,

Carlos Monteiro.

Quais são as questões envolvidas na decisão de mover para a nuvem?

abril 5, 2011

 

Ribeirão Preto (tô entrando no ritmo) O IDGNow trouxe uma excelente reportagem sobre quais são as questões mais importantes que as empresas devem considerar, quando estão estudando a possibilidade de implantar soluções baseadas em Cloud Computing. Obviamente, a reportagem está baseada em uma solução de Cloud Computing para o e-mail, onde tudo fica bem mais claro, já que estamos tratando de um SaaS típico.

O link está aqui. As questões que são abordadas na reportagem são:

– Realizar um levantamento completo das necessidades dos usuários;

– Mapear as integrações do email a outros serviços;

– Fazer uma comparação de custos;

– Verificar que regulamentações legais regem o armazenamento de emails no segmento de atuação da empresa.

Já os passos para o sucesso, sugeridos pela reportagem, são:

1. Arrume a casa;

2. Otimizar a largura de banda;

3. Definir o que será movido;

4. Traçar um plano de ação;

5. Use a imaginação;

6. Sempre tenha um plano “B”.

Creio que não é suficiente, pois questões importantes como disponibilidade, backup e segurança física, que a nuvem teoricamente oferece (já que isso depende de quem está vendendo a solução), não são abordadas pelas reportagem. Se formos considerar PaaS e IaaS, nem se fala. Mas é um começo.

Confiram!

Abraços,

Carlos Monteiro.