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Concorrência

dezembro 15, 2011

 

São Carlos (Ah vá! Sério?) Bom dia! Sei que o título da reportagem não é dos melhores (visto que a reciprocidade também é verdadeira), mas a vale à pena conferir.

O link direto para a reportagem é esse: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/75239_O+GOOGLE+QUER+OS+CLIENTES+DA+MICROSOFT

Para facilitar, eis a mesma abaixo. Deixo as conclusões para vocês.

 
O Google quer os clientes da Microsoft
Maior empresa de internet do mundo aposta nas nuvens para minar bilionário negócio corporativo da rival fundada por Bill Gates. Quem vai reinar neste novo Olimpo da tecnologia?

Por Bruno GALO, enviado especial a Mountain View, Califórnia

Por onde quer que se ande pela imensa sede do Google, no Vale do Silício, é impossível não deparar com um computador da Apple. Dentro ou fora dos inúmeros prédios, é difícil fugir das icônicas maçãs mordidas iluminadas na tampa de um MacBook. Já os notebooks com sistema operacional Windows, da Microsoft, sejam eles da Dell, seja da HP ou da Lenovo, são bem raros. Assim como os Chromebooks, os recém-lançados laptops do Google. Alguns funcionários parecem até tentar disfarçar sua preferência, colando adesivos sobre a logomarca da empresa fundada por Steve Jobs. A impressão que fica é que, a despeito da concorrência cada vez mais feroz com a Apple no mercado de tablets e smartphones, o grande rival do Google é mesmo outro. Mas quem? Seria o Facebook? Ou quem sabe a Microsoft? Amit Singh, vice-presidente de vendas da divisão de empresas do Google, não tem dúvidas. “A Microsoft não quer que tenhamos sucesso aqui, nós somos inimigos”, disse Singh à DINHEIRO, durante o Atmosphere 2011, evento anual do gigante das buscas que reuniu centenas de CIOs de todo o mundo no seu quartel-general em Mountain View, na Califórnia, em meados de novembro.

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Durante três dias, a companhia falou sobre os avanços da plataforma Google Apps para negócios, pacote de aplicativos online voltado para o mercado corporativo, que oferece e-mail, comunicador instantâneo, videoconferência, rede social, documentos, apresentações e planilhas, entre outros softwares de produtividade e colaboração. O objetivo do Google com o Apps, lançado em 2007, é minar o tradicional pacote de programas Office, que inclui o Word, o Excel, o Power Point e o Outlook, entre outros, e respondeu por 32% da receita e 52% dos lucros de US$ 24 bilhões em 2010 da empresa fundada por Bill Gates. Manter essa liderança confortável é um dos maiores desafios da Microsoft atualmente. Diferentemente do Office, o Google Apps funciona na nuvem.

Ou seja, em vez de comprar uma licença e instalar os programas em um computador, os clientes pagam uma mensalidade e acessam os programas a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet, seja um tablet, seja um smartphone ou até um PC, a qualquer hora e de qualquer lugar. Para fazer frente ao Google nessa seara cuja plataforma já conta com mais de 40 milhões de usuários espalhados pelo mundo, entre empresas como LAN, Jaguar, Softbank e Renner, universidades, como a Anhanguera, e governo, a Microsoft acaba de lançar o Office 365, a versão online do seu pacote de programas de escritório. Durante o lançamento do novo produto, que já conta com clientes como Gol e Camargo Correa no País, Kirk Koenigsbauer, vice-presidente da divisão Office, citou uma resenha do novo produto feita por uma publicação internacional especializada.

De acordo com a resenha, o Office 365 está para o Google Apps assim como o Xbox 360 está para o Pong, o primeiro game desenvolvido pela Atari, em 1972. Embora haja players disputando esse mercado com Google e Microsoft, como o Zoho, a VMware com o Zimbra, a IBM com o Lotus e a Salesforce.com com o Chatter, a citação feita por Koenigsbauer não deixa dúvidas de que, para a Microsoft, o Google também é o inimigo a ser batido na nuvem. Mais que um jargão da moda na indústria da tecnologia, a computação em nuvem representa a maior mudança no setor desde o surgimento do computador pessoal. Não por acaso, esse é um mercado de crescimento acelerado e que deve gerar uma receita global de US$ 128,9 bilhões em 2013, de acordo com a Gartner. Em 2010, já movimentou US$ 74,3 bilhões. Apenas na área de software online, foram US$ 10 bilhões no ano passado. E a previsão é que esses números dobrem até 2015.

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Além dos MacBooks, outro aspecto que chamava a atenção no evento do Google era a empolgação com que alguns clientes falavam da migração para o Google Apps. Algum desavisado que entrasse no meio da apresentação de Christine Atkins, CIO da Ahold, rede de supermercados holandesa com receita de € 30 bilhões e mais de 200 mil funcionários, poderia achar que ela era uma funcionária do Google. Tamanha a empolgação com que a executiva falava da recém-concluída migração da plataforma de email da companhia para o Gmail. “Quantos projetos de TI vocês têm que são realizados dentro do tempo, do orçamento e com usuários felizes?”, perguntou Christine à plateia. Para ilustrar o sucesso da mudança de sistema, ela disse que tal troca gerou apenas 27 reclamações dos funcionários, menos do que a quantidade de chamados de um dia normal da plataforma anterior. O Gmail é a porta de entrada das empresas ao Google Apps.

E o preço é outro fator importante de atração. Ao custo de US$ 50 ao ano, o Google Apps completo é substancialmente mais barato que a versão correspondente do Office 365, que custa seis vezes mais. É certo que a disputa travada entre Google e Microsoft no mercado corporativo e de softwares de produtividade não tem o mesmo charme ou desperta a mesma atenção que a briga com o Facebook, nas redes sociais, ou com a Apple, nos dispositivos móveis. Mas é justamente nela que reside a grande chance de diversificação de receitas da empresa comandada por Larry Page, quase que totalmente dependente da publicidade online. Por enquanto, o Google Apps é um negócio pequeno, que não gera mais de US$ 500 milhões ao ano em receitas, de acordo com as previsões mais otimistas dos analistas. “Essa é uma ameaça real de longo prazo ao Office e à Microsoft”, observa Matt Cain, analista do Gartner. Certo mesmo é que essa briga entre os deuses da tecnologia está apenas nos primeiros rounds.

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Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/75239_O+GOOGLE+QUER+OS+CLIENTES+DA+MICROSOFT

Abraços,

Carlos Monteiro.

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Review sobre o Google Apps na PCWorld

agosto 31, 2011

 

São Carlos (e choveu!) Ontem eu passei para vocês um review sobre o Office 365 feito pela PCWorld. Então, hoje eu passo o review sobre o Google Apps.

Deixa para que vocês tirem as conclusões.

Google Apps Review: A Capable Online Productivity Suite at a Good Price

Google Apps Review, by Tony Bradley August 29, 2011

Google Apps online productivity suiteGoogle Apps is firmly established as the primary competitor to Microsoft Office–both the desktop software and the Office 365 online productivity suite. Without question, Google Apps offers a very capable collection of tools, but unless your world revolves around Google, it might not be the right productivity suite for you.

Office Apps

In comparison with the competition, Google Apps’ plain menu bars and features seem austere. Users who prefer the old-school text-based menu bar may appreciate the interface, but Google Apps is more limited than rivals in formatting and in functionality. For instance, Google Apps has fewer font choices than Office 365 does, and Microsoft’s online fonts better align to their desktop counterparts.

Google’s spreadsheet app is the most lacking. As with other Web-based suites, the spreadsheet is sufficient for basic needs, but it omits many of the more advanced features that spreadsheet gurus–particularly those used to the features and functionality of Microsoft Excel–require.

Compatibility

Since most businesses rely on Microsoft Office as their primary desktop productivity suite, the value of a rival platform such as Google Apps hinges on how compatible it is with Microsoft Office formatting conventions and file types.

In document fidelity–maintaining formatting consistency from a Microsoft Office program to a cloud-based equivalent and back again (or vice versa)–no current online productivity platform is perfect.

Google has gone to great lengths to improve fidelity with Microsoft Office, but it hasn’t gone far enough. Google Apps can capably open and work with Microsoft Office file formats, but many features– such as tables of contents, footnotes, or inserted images–end up being reformatted in Google terms, and remain that way when you revert to the native Microsoft Office software.

Sharing and Collaboration

Google Apps, like Zoho Docs, provides strong collaboration from within the apps themselves, besting what Microsoft offers in Office 365. Google Apps allows real-time editing with multiple users simultaneously. And you can share Google Apps files outside of the Google Apps account (though only with users who have Google accounts).

It’s a close call between Google and Zoho when it comes to file sharing and online collaboration, but Google wins out with a little more polish than the rival platform offers.

Files and Storage

Google Apps provides 1GB of data storage and allows up to 25GB of space for email, as well as file attachments of up to 25MB. On top of that, Google recently partnered with Box.net to integrate storage. Box.net offers 5GB of data storage for free, so the combination of the two delivers a possible 6GB of space.

In Google Apps you’ll find no way to sync data for offline access, but you can use something like Box.net or Dropbox in lieu of a native option.

Pricing

Although Google offers free versions of its apps, you’ll get more features and capabilities if you pay for the tools. Google Apps for Business costs $5 per user per month, or $50 per user per year (prices as of August 26, 2011). Among Google Apps, Office 365, and Zoho Docs, Google’s package is the best value. The annual pricing of $50 per user per year makes it about a third less per user per year than Office 365, yet it boasts equivalent functionality sufficient for most small and medium organizations.

Conclusion

Google Apps is a cost-effective Web-based productivity suite. It has some issues in working with Microsoft Office file formats, but on basic documents, spreadsheets, and presentations, it delivers. The more Google services you use, and the more Google-centric your activities are, the better Google Apps will serve you. If you need to work with customers or partners who rely on Microsoft Office, however, Office 365 is a better choice overall.

Fonte:

http://www.pcworld.com/article/238983/google_apps_review_a_capable_online_productivity_suite_at_a_good_price.html

Abraços,

Carlos Monteiro.